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A vigilância epidemiológica da paracoccidioidomicose no Brasil
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Palavras-chave

Vigilância epidemiológica
Paracoccidioidomicose
Notificação compulsória
Brasil

Como Citar

A vigilância epidemiológica da paracoccidioidomicose no Brasil. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(10), e17691. https://doi.org/10.25248/reas.e17691.2024

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Resumo

Objetivo: Sintetizar, a partir de evidências, a vigilância epidemiológica da paracoccidioidomicose (PCM) no Brasil. Métodos: Revisão integrativa de literatura, que objetivou encontrar estudos voltados para a vigilância da paracoccidioidomicose no Brasil. Desenvolvida nas recomendações PRISMA-ScR. A pergunta norteadora foi: como ocorre o monitoramento epidemiológico da PCM no Brasil no intento de corroborar com medidas mais assertivas no controle do agravo? Selecionou-se estudos indexados na Biblioteca Virtual em Saúde, nas bases: LILACS e MEDLINE e na SCIELO, utilizando os Descritores em Ciências da Saúde: “Epidem$”, “Paracoccidioidomicose”, “Paracoccidioidomycosis” e “Brasil”. A busca ocorreu em dezembro de 2023 e incluiu-se estudos originais a partir do ano de 2013. Resultados: Das 298 publicações encontradas, escolheu-se 13 estudos para a análise. Na  maioria, os estudos são da região sudeste, com autores médicos e biólogos. A pesquisa revelou que a notificação compulsória apresenta-se como um benefício eficaz para a vigilância da PCM. Considerações finais: A vigilância epidemiológica da paracoccidioidomicose no Brasil encontra-se fragmentada, devido  a não compulsoriedade de sua notificação. Nos estados em que ela ocorre, observou-se uma similaridade na realização do mapeamento das regiões mais afetadas e o perfil das populações, e ainda capacitações das equipes, qualificando-as para identificar as manifestações e diagnóstico precoce.

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