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Avanços e estratégias terapêuticas no manejo de alergias
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Palavras-chave

Hipersensibilidade
Reações alérgicas
Imunoglobulinas
Imunoterapia
Biomedicina
Terapia genética

Como Citar

Avanços e estratégias terapêuticas no manejo de alergias. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e19634. https://doi.org/10.25248/reas.e19634.2025

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Resumo

Objetivo: Analisar os avanços e estratégias terapêuticas aplicadas ao manejo de alergias. Revisão bibliográfica: As reações de hipersensibilidade, respostas imunológicas desencadeadas após a exposição a antígenos específicos, têm sido melhor compreendidas graças aos avanços nas biologias celular e molecular e na imunologia das alergias. Nos últimos anos, a compreensão dos mecanismos imunológicos subjacentes às alergias avançou significativamente, possibilitando o desenvolvimento de abordagens terapêuticas inovadoras. As alergias, caracterizadas por respostas exacerbadas a substâncias geralmente inofensivas, como pólen, alimentos e ácaros, afetam milhões de pessoas em todo o mundo, impactando a qualidade de vida e sobrecarregando os sistemas de saúde. Entre os avanços, destacam-se a imunoterapia com veneno para alergias a picadas de insetos, o desenvolvimento de vacinas específicas para hipersensibilidades alimentares e estratégias terapêuticas futuras. Diagnósticos, como no caso da rinite alérgica, baseiam-se em históricos clínicos relacionados à exposição ao alérgeno, e o biomédico desempenha um papel essencial nesses processos, habilitado a realizar coletas de amostras biológicas e procedimentos diagnósticos especializados, conforme regulamentado pelo Conselho Regional de Biomedicina.  Considerações finais: Os avanços na imunologia têm evidenciado um grande potencial no tratamento de hipersensibilidades. Nesse contexto, o biomédico desempenha um papel crucial no desenvolvimento de pesquisas voltadas para a criação de novas tecnologias, promovendo a evolução da biomedicina e da imunologia. Essa evolução não apenas amplia a compreensão dos mecanismos subjacentes às doenças, como também abre novas fronteiras terapêuticas, beneficiando diretamente a qualidade de vida dos pacientes.

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