Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Avaliação do serviço de cuidados paliativos em um hospital com atendimento SUS
PDF

Palavras-chave

Cuidados paliativos
Sistema único de saúde
Enfermagem
Hospitalização
Doenças não transmissíveis

Como Citar

Avaliação do serviço de cuidados paliativos em um hospital com atendimento SUS. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(5), e20150. https://doi.org/10.25248/reas.e20150.2025

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Identificar o perfil e as causas das internações de pacientes assistidos por cuidados paliativos em um hospital escola. Métodos: Pesquisa retrospectiva, descritiva e transversal com abordagem quantitativa, realizada entre 2019 e 2021, utilizando dados demográficos (idade e sexo) e clínicos (internações e classificação pela escala de Perroca) de prontuários eletrônicos de pacientes internados no Hospital Santa Barbara da Faculdade São Leopoldo Mandic. Resultados: Foram analisados 200 pacientes, predominando o sexo masculino (59,5%), com idade média de 70,5 anos (±14,8), sendo 96% com até duas internações. As neoplasias foram a principal causa de internação (20,5%), seguidas por doenças respiratórias (13%) e neurológicas (12,5%). A avaliação da complexidade das internações pela escala de Perroca indicou 25,5% de casos intensivos, 44% semi-intensivos, 20% intermediários e 10,5% mínimos. Conclusão: A maioria dos pacientes era idosa e do sexo masculino, com as neoplasias como principal causa de internação. A distribuição da complexidade das internações evidenciou uma predominância de cuidados semi-intensivos, destacando a relevância dos cuidados paliativos na gestão clínica desses pacientes.

PDF

Referências

ACADEMIA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS. O que são cuidados paliativos. ANCP, 2023.

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR. Idoso na saúde suplementar: uma urgência para a saúde da sociedade e para a sustentabilidade do setor. ANSS, 2016.

CLARA MGS, et al. Escala Palliative Care Screening Tool como instrumento para indicação de cuidados paliativos em idosos. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2020; 22: e190143.

CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 311/2007: Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Brasília: Cofen. 2007. Disponível em: http://www.portalcofen.gov. Acessado em: 13 de março de 2024.

FELICIANASF, et al. Hospitalizations and length of stay of cancer patients: a cohort study in the Brazilian Public Health System. PloS one, 2020; 15(5), e0233293.

GUTIERREZ BAO, BARROS TC. O despertar das competências profissionais de acompanhantes de idosos em cuidados paliativos. Revista Kairós-Gerontologia, 2012; 15, 239-258. doi: https://doi.org/10.23925/2176-901X.2012v15iEspecial12p239-258.

KENDALL M, et al. Outcomes, experiences and palliative care in major stroke: a multicentre, mixed-method, longitudinal study. Cmaj, 2018; 190(9): 238-246.

LIMA JDS, et al. Custos das autorizações de internação hospitalar por quedas de idosos no Sistema Único de Saúde, Brasil, 2000-2020: um estudo descritivo. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2022; 31: e2021603.

MACEDO ABT, et al. Validation of parameters to fill in the Perroca’s patient classification system. Revista Gaúcha de Enfermagem, 2018; 39: e20170241.

MARTÍN-NIETO A, et al. Traducción y validación española de la Scale for Contraversive Pushing (SCP) para la valoración del comportamiento empujador. Neurología, 2021; 36(8): 577-583.

MATSUMOTO DY. Cuidados paliativos: conceito, fundamentos e princípios. In: Academia Nacional de Cuidados Paliativos. Manual de cuidados paliativos. ANCP, 2009.

PERROCA MG, GAIDZINSKI RR. Sistema de Classificação de Pacientes: construção e validação de um instrumento. Rev Esc Enferm USP, 1998; 32(2): 153-168.

PRADO JP, et al. Humanização em enfermagem na terapia intensiva à luz da teoria de Wanda Aguiar Horta: um estudo reflexivo. Enfermagem Brasil, 2022; 21(5): 680-689.

R CORE TEAM. R: A language and environment for statistical computing. R Foundation for Statistical Computing, 2022.

RUFINO AS, et al. Classificação de pacientes segundo o grau de dependência da equipe de enfermagem. Rev Enferm Atenção Saúde, 2015; 4(2): 5-19.

RUGNO FC. Validação da versão adaptada para o português do Brasil da Palliative Care Outcome Scale (POS). (Tese). São Paulo: Universidade de São Paulo, 2017. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-25012018-102923/en.php. Acessado em: 13 de março de 2024.

SAKAKI MH, et al. Estudo da mortalidade na fratura do fêmur proximal em idosos. Acta Ortopédica Brasileira (Internet), 2004; 12(4): 242-249.

SANTOS CED, et al. Análise da Escala de Perroca em unidades de cuidados paliativos. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2018; 52: e03305.

SANTOS CED, et al. Análise da Escala de Perroca em unidades de cuidados paliativos. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2018; 52: e03305.

SOUZA EJ, et al. Risco de queda em idosos e fatores associados. Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento, 2022; 27(2).

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Non communicable diseases and mental health. WHO STEPS stroke manual: the WHO STEP. Wise Approach to Stroke Surveillance, 2005.