Resumo
Objetivo: Identificar o impacto das condições bucais na qualidade de vida de pessoas idosas hospitalizadas. Métodos: Assim, desenvolveu-se uma pesquisa observacional, transversal, descritiva e quantitativa com 65 pacientes de 60 anos ou mais, internados em um hospital público, e aplicou-se um questionário sociodemográfico semiestruturado e o Índice de Determinação da Saúde Bucal Geriátrica (GOHAI), com análise no Microsoft Excel. Resultados: A maioria tinha entre 66 e 75 anos (38,5%), com Ensino Fundamental incompleto (41,5%) e internação média de 4 a 10 dias (50,8%). 92,3% consideravam a saúde bucal importante e valorizava o atendimento odontológico (95,4%). 89,7% precisavam de reabilitação oral, mas apenas 67,7% usavam próteses. Ao GOHAI, 43,1% indicaram dificuldade na mastigação e 70,8% relataram insatisfação com a aparência dos dentes; 69,3% apontaram preocupação com a saúde bucal e 66,2%, sensibilidade; enquanto 73,8% não se isolaram socialmente. 65,2% obtiveram baixa pontuação no GOHAI, demonstrando que a saúde bucal impacta fortemente a qualidade de vida, enquanto 18,8% tiveram pontuação média e 10,1% alcançaram alta pontuação. Conclusão: Os resultados mostram que condições bucais afetam aspectos físicos e psicossociais, ressaltando a necessidade de políticas públicas para educação, prevenção e reabilitação, promovendo bem-estar e recuperação eficiente dos idosos.
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