Resumo
Objetivo: Analisar os efeitos da prática de exercícios de alongamento na qualidade de vida de pessoas idosas. Métodos: A pesquisa foi conduzida entre janeiro e fevereiro de 2025, utilizando as bases de dados PubMed, SciELO, ScienceDirect, LILACS e Cochrane Library. Resultados: Foram identificados 613 artigos, dos quais 13 atenderam aos critérios de elegibilidade estabelecidos segundo o protocolo PRISMA. Os estudos incluídos demonstraram que o alongamento, tanto de forma isolada quanto inserido em programas multicomponentes, promove benefícios significativos para a saúde física e funcional dos idosos, como melhora da flexibilidade, da capacidade funcional, do equilíbrio, da autonomia nas atividades de vida diária e da cognição. Protocolos que associaram o alongamento a outras modalidades, como treinamento de força, resistência aeróbica, equilíbrio e educação em saúde, apresentaram maior efetividade e adesão. Os achados também destacam impactos positivos no bem-estar psicológico e na qualidade de vida, especialmente quando as intervenções foram realizadas em grupo, com supervisão profissional e componente social. Considerações finais: Pode se considerar que o alongamento é uma estratégia segura, de baixo custo e eficaz para a promoção do envelhecimento ativo, sendo recomendada sua incorporação em programas de saúde voltados à população idosa, nos níveis comunitário e institucional.
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