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Evolução da altura uterina e sua associação com a patologia materna
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Palavras-chave

Cuidado pré-natal
Retardo de crescimento fetal
Macrossomia fetal

Como Citar

Evolução da altura uterina e sua associação com a patologia materna. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(9), e21520. https://doi.org/10.25248/reas.e21520.2025

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Resumo

Objetivo: Avaliar a evolução da altura uterina, considerando as patologias maternas. Métodos: Foram estudadas 1002 gestantes. Dados da anamnese e exame físico foram utilizados. As alturas uterinas foram medidas e agrupadas em intervalos semanais. As pacientes foram divididas em 4 grupos, de acordo com a patologia: grupo 1 – pacientes com doenças que cursam com alterações vasculares placentárias, grupo 2 – gestantes do baixo risco, grupo 3 – pacientes com patologias metabólicas e grupo 4 – pacientes com outras patologias que não representem danos metabólicos ou vasculares. Os dados foram colocados em planilha e considerou-se p<0,05.  Resultados: A média de idade foi de 26,1 + 7,39 anos, com média de 2,21 + 1,54 gestações e 1,0 + 1,31 partos e 0,2 + 0,1 abortos. Houve associação entre a evolução da altura uterina e a patologia materna, de forma que o grupo 1 apresentou menor média de alturas uterinas e o grupo 3 apresentou a maior média em todos os intervalos avaliados (p<0,001), quando comparados com o grupo de gestantes de baixo risco. Conclusão: A curva de altura uterina se presta para orientação do médico generalista com dificuldade de acesso a exames complementares.

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