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Mídia, biopolítica e estigma da tuberculose: desafios para a saúde pública
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Palavras-chave

Estigma social
Meios de comunicação de massa
Estereotipagem
Doenças transmissíveis
Tuberculose

Como Citar

Mídia, biopolítica e estigma da tuberculose: desafios para a saúde pública. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(9), e21614. https://doi.org/10.25248/reas.e21614.2025

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Resumo

Objetivo: Analisar como os discursos midiáticos contribuem para a construção do estigma em torno da tuberculose, especialmente entre populações vulneráveis. O estudo se baseia em uma revisão narrativa da literature fundamentada nos conceitos de biopolítica e imunidade discutidos por Michel Foucault e Roberto Esposito. Revisão bibliográfica: A tuberculose permanece um grave problema de saúde pública, afetando desproporcionalmente populações vulneráveis. A doença é amplamente estudada no campo biomédico, mas pouco se discute o papel da mídia na construção do estigma. Segundo Foucault, a biopolítica revela como discursos e práticas de poder regulam a vida e moldam comportamentos sociais diante da doença. Esposito amplia a análise ao associar a ideia de imunidade a mecanismos de exclusão, que contribuem para a marginalização de determinados grupos. Considerações finais: A revisão demonstrou que a mídia, seja por narrativas sensacionalistas ou por omissão no debate público, atua como instrumento biopolítico que reforça normas, legitima desigualdades e silencia o debate sobre a tuberculose. O estudo destaca a importância de compreender a tuberculos e como uma questão discursiva e política. A principal limitação foi a escassez de estudos que articulem mídia, biopolítica e tuberculose de forma interseccional.

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