Resumo
Objetivo: Analisar as contribuições mais recentes sobre o tema, explorando seus impactos e desafios enfrentados por pacientes mulheres no contexto da saúde. Revisão bibliográfica: As microagressões de gênero podem se manifestar de forma sutil, por meio de estereótipos, descrença nas queixas femininas e negligência no cuidado, o que pode comprometer a relação médico-paciente e a adesão aos tratamentos. Além disso, os estudos analisados indicam que essas experiências estão associadas a níveis elevados de estresse, ansiedade e menor confiança no sistema de saúde, refletindo um impacto significativo na qualidade do atendimento. Como estratégias de combate, destacam-se a capacitação de profissionais, implementação de práticas inclusivas e criação de mecanismos de acolhimento para as pacientes afetadas. Considerações finais: Embora haja avanços na conscientização sobre as microagressões de gênero, persistem desafios na efetivação de mudanças estruturais no atendimento em saúde. O estudo enfatiza a necessidade de compreender a saúde como experiência que ultrapassa a lógica fisiológica, condição indispensável para desconstruir práticas excludentes e promover um cuidado verdadeiramente integral a esse público.
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