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Análise de fraturas de fêmur distal que evoluíram com pseudoartrose
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Palavras-chave

Fratura
Fêmur
Pseudoartrose

Como Citar

Análise de fraturas de fêmur distal que evoluíram com pseudoartrose. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(11), e21987. https://doi.org/10.25248/reas.e21987.2025

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Resumo

Objetivo: Correlacionar o tipo de fratura de fêmur (exposta ou fechada) com o desfecho de pseudoartrose em pacientes atendidos em um hospital público de ensino especializado em ortopedia e traumatologia no município de Belo Horizonte-MG. Métodos: Tratou-se de um estudo observacional transversal com 38 prontuários de adultos internados entre março/2023 e junho/2024, diagnosticados com fratura distal de fêmur (exposta ou fechada). Resultados: A maioria dos pacientes tinha ≥20 anos (86,8%; IC95%: 73,5–94,8), média de 32,9 anos (IC95%: 29,3–36,5), predominando homens (84,2%; IC95%: 70,3–93,1), não diabéticos (92,1%; IC95%: 80,4–97,7) e não tabagistas (52,6%; IC95%: 37,1–67,8). As fraturas ocorreram principalmente no lado direito (94,7%; IC95%: 84,2–98,9), foram expostas (71,1%; IC95%: 55,5–83,5) e mais comuns AO 33C3 (42,1%) e AO 33C2 (26,3%). A maioria não evoluiu para pseudoartrose (71,1%), mas 81,8% necessitaram nova cirurgia. A placa bloqueada foi o tratamento predominante (71,8%). Não houve associação com sexo (p=0,796), mas a faixa etária apresentou associação significativa com PSA (p=0,007; ajustado p=0,024). Conclusão: A faixa etária influenciou significativamente a ocorrência de pseudoartrose, enquanto o sexo não apresentou diferença. O tratamento com placa bloqueada foi predominante, destacando-se na recuperação.

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