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Incidência de sífilis gestacional e congênita e fragilidades da assistência a partir do relacionamento dos sistemas informatizados do SUS
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Palavras-chave

Transmissão vertical
Sífilis
Sífilis congênita
Vinculação de dados
Sistema único de saúde

Como Citar

Incidência de sífilis gestacional e congênita e fragilidades da assistência a partir do relacionamento dos sistemas informatizados do SUS. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(10), e22023. https://doi.org/10.25248/reas.e22023.2025

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Resumo

Objetivo: Estimar as taxas de sífilis gestacional e congênita em uma macrorregião de Santa Catarina e investigar fatores associados, bem como as fragilidades presentes na assistência pré-natal. Métodos: Estudo de coorte histórica desenvolvido entre 2017 e 2019, utilizando linkage de diferentes bases dos Sistemas de Informação em Saúde referentes a agravos, nascimentos e óbitos. Foram estimadas razões de chances (OR) por meio de modelo de regressão logística, considerando nível de significância de 5%. Resultados: A taxa de incidência de sífilis gestacional variou de 14,8 a 16,4 casos por 1.000 nascidos vivos. Já a incidência de sífilis congênita apresentou variação de 4,3 a 5,8 por 1.000 nascidos vivos. A ocorrência de sífilis congênita esteve associada ao diagnóstico materno tardio (OR=2,87; IC95%=1,09-7,57) e ao tratamento inadequado da gestante (OR=4,60; IC95%=1,29-16,37), evidenciando fragilidades no acompanhamento pré-natal. Conclusão: As taxas de sífilis gestacional e congênita foram semelhantes às estimativas nacionais. O diagnóstico precoce aliado ao tratamento oportuno e adequado da gestante configuram-se como fatores essenciais para a redução da transmissão vertical e para a melhoria da qualidade da atenção materno-infantil.

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