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Perfil epidemiológico da mortalidade infantil no Brasil, 2000 a 2023
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Palavras-chave

Mortalidade infantil
Indicador de saúde
Epidemiologia
Impactos sociais

Como Citar

Perfil epidemiológico da mortalidade infantil no Brasil, 2000 a 2023. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(12), e22170. https://doi.org/10.25248/reas.e22170.2025

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Resumo

Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico da mortalidade infantil no Brasil no período de 2000 e 2023. Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico, a partir de dados secundários, obtidos principalmente, a partir dos dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), disponíveis no DATASUS do Ministério da Saúde, referente ao período de 2000 e 2023. Resultados: Entre 2000 e 2023, o Brasil registrou expressiva redução nos óbitos infantis por causas evitáveis, de 79,4 mil para 38 mil, e na taxa de mortalidade infantil, de 24,8 para 15,0 por mil nascidos vivos. Apesar dos avanços, persistem desigualdades regionais, com maiores taxas nas regiões Norte e Nordeste. A maioria dos óbitos ocorreu entre meninos (55,0%) e no período neonatal precoce (42% a 45%). Observou-se predominância de mães solteiras (23–24%) e com baixa escolaridade (≈89%), com a maioria dos óbitos ocorrendo em hospitais (>80%), principalmente por causas relacionadas à atenção à gestante, destacando-se Sudeste (22,3%) e Sul (25%). Conclusão: Os dados evidenciam avanços significativos na redução da mortalidade infantil no Brasil, porém reforçam a necessidade de reduzir desigualdades regionais e aprimorar a qualidade da atenção materno-infantil.

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