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Contraste entre as histerectomias por via vaginal e videolaparoscópica realizadas na região Sudeste: análise epidemiológica de série temporal
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Palavras-chave

Saúde da mulher
Epidemiologia
Histerectomia
Sistema único de saúde
Estudos de séries temporais

Como Citar

Contraste entre as histerectomias por via vaginal e videolaparoscópica realizadas na região Sudeste: análise epidemiológica de série temporal. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(1), e22337. https://doi.org/10.25248/reas.e22337.2026

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Resumo

Objetivo: Descrever as histerectomias realizadas por via videolaparoscópica (HVL) e vaginal (HV). Métodos: Estudo ecológico, descritivo e de série temporal, baseado em dados secundários obtidos no Sistema de Informação Hospitalar do SUS para a região Sudeste, no período de 2013 a 2023. As variáveis analisadas incluíram o número de internações por HV e HVL, taxa de mortalidade, tempo médio de internação e o valor médio por internação, avaliadas quanto à normalidade, homogeneidade e significância. Resultados: Foram realizadas 26.257 HV e 2.966 HVL. A taxa de mortalidade foi de 0,04% para a HV e 0,03% para a HVL. O tempo médio de permanência hospitalar foi de 2,4 dias para HV e 2,5 dias para HVL, resultando em um custo adicional de 8,16% por internação para HVL. As análises indicaram que não houve diferenças significativas entre as técnicas em relação à mortalidade, tempo de internação e custo (p>0,05). Conclusão: A via vaginal tende a ser mais vantajosa, levando em consideração a necessidade de maior investimento e infraestrutura na HVL.

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