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Avaliação epidemiológica dos índices de abandono de tratamento da leishmaniose visceral no Estado do Pará entre os anos de 2007 e 2024
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Palavras-chave

Leishmaniose visceral
Epidemiologia
Abandono de tratamento
Pará

Como Citar

Avaliação epidemiológica dos índices de abandono de tratamento da leishmaniose visceral no Estado do Pará entre os anos de 2007 e 2024. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(1), e22516. https://doi.org/10.25248/reas.e22516.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar a prevalência e o perfil epidemiológico dos índices de abandono de tratamento da leishmaniose visceral (LV) no Estado do Pará, no período de 2007 a 2024. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, epidemiológico, com abordagem quantitativa, que analisou os casos de abandono do tratamento da LV no Pará, no período de 2007 a 2024. Os dados utilizados foram extraídos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), disponibilizado pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Resultados: No período analisado, foram notificados 5.542 casos de LV no Estado do Pará, sendo o ano de 2017 o mais relevante, com 580 casos, enquanto 2024 apresentou o menor número de casos notificados, com apenas 96 registros. No mesmo período, contabilizaram-se 64 casos de abandono de tratamento, com o ano de 2011 apresentando maior ocorrência, com 11 casos. Entre os 21 municípios analisados, Igarapé-Miri e Marabá se destacaram com os maiores números de abandono, registrando 25 e 7 casos, respectivamente. Observou-se maior prevalência entre indivíduos do sexo masculino, na faixa etária de 1 a 4 anos, autodeclarados pardos. Conclusão: Os resultados indicam que fatores sociodemográficos, nível educacional e desigualdades socioeconômicas exercem influência significativa sobre a adesão terapêutica.

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