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A formação em terapia comunitária integrativa no Brasil: perfil dos formadores, condições de capacitação e perspectivas sobre a modalidade híbrida
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Palavras-chave

Terapia comunitária integrativa
Terapias complementares
Educação em saúde

Como Citar

A formação em terapia comunitária integrativa no Brasil: perfil dos formadores, condições de capacitação e perspectivas sobre a modalidade híbrida. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(1), e22575. https://doi.org/10.25248/reas.e22575.2026

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Resumo

Objetivo: Investigar o perfil dos formadores em Terapia Comunitária Integrativa (TCI) no Brasil e apresentar a percepção do criador da TCI sobre a formação híbrida. Métodos: Estudo descritivo, observacional e transversal, com abordagem quali-quantitativa. Foi aplicado um questionário aos formadores e realizada uma entrevista com o criador da TCI. Para analisar os dados quantitativos e qualitativos, foram utilizadas a análise descritiva e a análise temática, respectivamente. Resultados: A idade média dos formadores foi de 61 anos (DP = 11). Ainda, 83,4% tinham pós-graduação, 88,9% eram coordenadores de polos formadores em TCI e 86,1% eram mulheres. Aproximadamente 70% autofinanciaram suas formações em instituições privadas. A região Sudeste apresentou a maior quantidade de polos formadores, com 48,7% do total. O entrevistado vê a formação híbrida como positiva em termos de acessibilidade, apesar do distanciamento físico dificultar algumas dinâmicas. Ele também destacou a importância da "reciclagem", pois a formação requer ajustes ao longo do tempo. Conclusão: Para a continuidade e expansão da TCI, é importante manter os cursos de formação nas modalidades híbrida e presencial, incentivar os mais jovens a se tornarem formadores e assegurar a presença de polos de TCI em todas as regiões do país.

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