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Análise do manejo diagnóstico e terapêutico dos pacientes não críticos com hiperglicemia
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Palavras-chave

Hiperglicemia hospitalar
Diabetes mellitus
Pacientes não críticos

Como Citar

Análise do manejo diagnóstico e terapêutico dos pacientes não críticos com hiperglicemia. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(3), e22987. https://doi.org/10.25248/reas.e22987.2026

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Resumo

Objetivo: Identificar o manejo diagnóstico e terapêutico da hiperglicemia em pacientes não críticos internados na enfermaria de clínica médica. Método: Estudo transversal, quantitativo e retrospectivo, com dados obtidos de prontuários. Considerou-se hiperglicemia hospitalar glicemia capilar >180 mg/dl. A análise estatística utilizou os testes Qui-Quadrado de Aderência e G de Aderência, adotando-se nível de significância de 5% e intervalo de confiança de 95%. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: A amostra incluiu 165 pacientes, predominantemente do sexo masculino, com idade entre 60 e 79 anos. A glicemia capilar foi aferida na maioria dos casos, com prevalência de hiperglicemia de 21,2%. Não houve diferença estatística entre pacientes com diagnóstico prévio de diabetes e os demais. Entre os diabéticos, 57,1% tiveram solicitação de hemoglobina glicada. O esquema terapêutico mais utilizado foi o sliding scale (58,2%). Conclusão: O diagnóstico e o manejo da hiperglicemia hospitalar em pacientes não críticos permanecem inadequados, em desacordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Diabetes, o que pode contribuir para maior risco de complicações.

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