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Resistência à compressão de diferentes cimentos de ionômero de vidro convencionais: análise in vitro
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Palavras-chave

Fraturas por Compressão
Cimentos de Ionômeros de Vidro
Resistência de Materiais

Como Citar

Resistência à compressão de diferentes cimentos de ionômero de vidro convencionais: análise in vitro. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(5), e23394. https://doi.org/10.25248/reas.e23394.2026

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Resumo

Objetivo: Avaliar, por meio de um estudo in vitro, a resistência à compressão de diferentes marcas de cimentos de ionômero de vidro (CIVs) convencionais em diferentes tempos. Metodologia: Seis marcas comerciais de CIVs convencionais foram avaliadas segundo delineamento fatorial 6 × 3 (material × tempo). Foram confeccionados oito corpos de prova cilíndricos por grupo. Os espécimes foram avaliados nos tempos T1 (presa imediata), T2 (24 horas) e T3 (6 meses), sendo armazenados em água destilada a 37 °C nos períodos correspondentes. O ensaio de resistência à compressão diametral foi realizado em máquina universal de ensaios (Instron®, Norwood, MA, EUA), com velocidade de 0,5 mm/min até fratura. Os dados foram analisados por ANOVA e pós-teste de Tukey (α = 0,05). Resultados: No T1 – presa imediata, os seis grupos de CIVs apresentaram desempenho estatisticamente semelhante. No T2 - 24h, observou-se diferença significativa entre os materiais, com o Riva Self Cure (SDI®) apresentando maior resistência. No T3 - 6 meses, o Bioglass (Biodinâmica®) destacou-se com melhores resultados. Conclusão: Os resultados demonstram variações no comportamento mecânico dos CIVs ao longo do tempo, reforçando a importância de estudos adicionais que avaliem diferentes métodos de proteção superficial e suas influências sobre as propriedades mecânicas do material.

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