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Perfil clínico-epidemiológico de recém-nascidos prematuros em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal
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Palavras-chave

Epidemiologia
Recém-nascido prematuro
Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

Como Citar

Perfil clínico-epidemiológico de recém-nascidos prematuros em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(5), e23395. https://doi.org/10.25248/reas.e23395.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar o perfil clínico-epidemiológico e assistencial de recém-nascidos prematuros internados em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Métodos: Estudo transversal, descritivo e inferencial, com abordagem quantitativa, realizado por meio da análise de 54 prontuários de recém-nascidos prematuros internados na UTIN de um hospital de referência no estado do Pará entre março e agosto de 2025. Foram analisadas variáveis clínicas e perinatais, incluindo sexo, idade gestacional, peso ao nascer, escore de Apgar, intervenções terapêuticas e desfecho clínico. Resultados: Predominou o sexo masculino (57,41%). Observou-se elevada frequência de muito baixo peso ao nascer (48,15%) e idade gestacional entre 28 e 31 semanas (48,15%). No primeiro minuto, 62,97% apresentaram Apgar<7, com melhora no quinto minuto em 77,78% dos casos. A síndrome do desconforto respiratório ocorreu em 96,30% dos neonatos. Todos os recém-nascidos necessitaram de ventilação mecânica invasiva, 77,78% receberam surfactante, 88,89% utilizaram antibióticos, 64,81% necessitaram de reanimação ao nascimento, 51,85% receberam transfusão sanguínea e 87,04% foram submetidos à fototerapia. Conclusão: Os recém-nascidos apresentaram elevada vulnerabilidade clínica e grande demanda por intervenções intensivas, evidenciando a complexidade do cuidado neonatal.

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