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Efeitos do cicloergômetro como intervenção fisioterapêutica em unidades de terapia intensiva
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Palavras-chave

Síndrome da disfunção da articulação temporomandibular
Receptores de estrogênio
Progesterona
Ciclo menstrual

Como Citar

Efeitos do cicloergômetro como intervenção fisioterapêutica em unidades de terapia intensiva. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(5), e23633. https://doi.org/10.25248/reas.e23633.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar o papel das variações hormonais na maior prevalência e gravidade da DTM em mulheres e suas implicações clínicas. Métodos: Revisão sistemática realizada nas bases PubMed, SciELO e LILACS, incluindo estudos publicados entre 2010 e 2025. Foram selecionados estudos transversais, experimentais e de coorte que investigaram a associação entre fatores hormonais e a prevalência ou gravidade da DTM. O artigo seguiu as orientações do PRISMA e foi cadastrado no PROSPERO sob o número CRD420251236682. Resultados: Nove estudos foram incluídos, abrangendo populações humanas e modelos animais. Observou-se maior prevalência e maior intensidade de sintomas dolorosos em mulheres, especialmente entre 20 e 45 anos. Evidências experimentais indicaram que o estradiol pode amplificar a resposta nociceptiva em condições inflamatórias da articulação temporomandibular, embora os estudos clínicos apresentem limitações quanto ao controle de variáveis hormonais. Considerações finais: As variações hormonais parecem contribuir para a maior suscetibilidade e gravidade da DTM em mulheres, destacando a necessidade de estudos clínicos com controle rigoroso de fatores endócrinos para orientar abordagens terapêuticas individualizadas.

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