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Automedicação em idosos: perfil, motivações e riscos
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Palavras-chave

Idoso
Automedicação
Polifarmácia
Letramento em saúde
Medicamento

Como Citar

Automedicação em idosos: perfil, motivações e riscos. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(5), e23648. https://doi.org/10.25248/reas.e23648.2026

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Resumo

Objetivo: Avaliar o perfil de automedicação em idosos, identificando fármacos utilizados, motivações e riscos dessa prática. Métodos: Estudo transversal quantitativo-descritivo com 218 idosos da Casa do Idoso em Imperatriz/MA, em 2025, mediante questionário com 18 perguntas. Resultados: A prevalência de automedicação foi 59,4%, predominantemente em mulheres (71,7%) com baixa escolaridade (55,7%). Os principais motivos foram o elevado custo de consultas (43,4%) e a experiência prévia com medicamentos (31,1%). Analgésicos e anti-inflamatórios foram os mais utilizados (31,1%). Comportamentos de risco incluíram compartilhamento de medicamentos (51,1%) e armazenamento inadequado (68,9%). 87,2% dos idosos que relataram efeitos adversos não buscaram ajuda médica. Conclusão: Os resultados evidenciam alta prevalência de automedicação motivada por fatores econômicos e baixo conhecimento em saúde. A falta de ação após efeitos adversos revela percepção inadequada de risco. Conclui-se que intervenções multifacetadas são necessárias para promover o uso racional de medicamentos e melhorar o acesso aos serviços de saúde, mitigando riscos e promovendo envelhecimento seguro.

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