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Impacto da estomia na qualidade de vida e na saúde mental: uma perspectiva baseada na teoria do autocuidado de Orem
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Palavras-chave

Estomia
Qualidade de vida
Autocuidado
Enfermagem
Depressão
Estomaterapia

Como Citar

Impacto da estomia na qualidade de vida e na saúde mental: uma perspectiva baseada na teoria do autocuidado de Orem. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(9), e24242. https://doi.org/10.25248/reas.e24242.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar o impacto da estomia na qualidade de vida, saúde mental e autocuidado de pessoas com estomia, à luz da Teoria do Autocuidado de Orem. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. A busca dos estudos foi realizada no segundo semestre de 2025, nas bases de dados PubMed, SciELO, BDENF, MEDLINE, LILACS, IBECS e no Portal de Periódicos CAPES. Foram utilizados descritores combinados e critérios de nível de evidência para a seleção dos artigos. Resultados: Foram analisados 27 estudos, organizados em quatro eixos: autocuidado físico, psicológico/emocional, social e intervenções de enfermagem. Evidenciou-se que a estomia está associada ao déficit de autocuidado e à redução da qualidade de vida. Destacaram-se como preditores de sofrimento psíquico alterações na autoimagem, medo de vazamentos/ odores e isolamento social. Além de complicações cutâneas periestomais, disfunções sexuais e vulnerabilidade socioeconômica agravaram o quadro, sobretudo em mulheres, idosos e residentes em áreas não metropolitanas. O suporte social e a assistência em estomaterapia configuraram-se como fatores protetores. Considerações finais: A estomia impacta negativamente a saúde mental e a qualidade de vida, sendo agravada pelo déficit de autocuidado. A Teoria de Orem traz a importância da enfermagem na promoção da autonomia e da reabilitação psicossocial.

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