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Soroprevalência e perfil epidemiológico de infecções transmissíveis em doadores de sangue: análise longitudinal em um polo industrial goiano (2019–2024)
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Soroprevalência

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Soroprevalência e perfil epidemiológico de infecções transmissíveis em doadores de sangue: análise longitudinal em um polo industrial goiano (2019–2024). (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(7), e24278. https://doi.org/10.25248/reas.e24278.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar a soroprevalência de infecções transmissíveis e o perfil epidemiológico de doadores de sangue no Instituto Onco-Hematológico de Anápolis (IOHA) no período de 2019 a 2024. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo, analítico e descritivo realizado com 53.953 registros eletrônicos do Instituto Onco-Hematológico de Anápolis (IOHA). Foram analisadas variáveis sociodemográficas e resultados de triagem para HIV, HBV, HCV, HTLV, sífilis e doença de Chagas obtidos via prontuários. Os dados foram processados por estatística descritiva e testes de associação (Qui-quadrado) no software SPSS, atingindo um nível de significância de 5%. Resultados: A frequência de reatividade sorológica geral foi de 1,47% (n=792), com predominância do sexo masculino (67,0%) e faixa etária de 25-34 anos (30,4%). A sífilis foi o principal marcador de inaptidão (51,6%), com maior incidência em doadores regulares (60%). A Hepatite B (32,6%) concentrou-se entre 45-59 anos, enquanto o HIV (8,1%) prevaleceu em homens jovens. Sexo, idade, ocupação e tipo de doação apresentaram associação estatística significativa com a soropositividade (p<0,001). Conclusão: O estudo destaca a sífilis como principal desafio à segurança transfusional local e identifica perfis de vulnerabilidade específicos, embora limitado pela natureza retrospectiva dos dados. Os achados reforçam a necessidade de vigilância epidemiológica contínua e estratégias de triagem direcionadas.

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