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Perfil epidemiológico materno e dos nascidos vivos em Campo Grande/MS entre 2020 e 2024: implicações para a Atenção Primária à Saúde
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Palavras-chave

Nascido vivo
Saúde materno-infantil
Atenção Primária à Saúde
Sistemas de informação em saúde
Epidemiologia

Como Citar

Perfil epidemiológico materno e dos nascidos vivos em Campo Grande/MS entre 2020 e 2024: implicações para a Atenção Primária à Saúde. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(9), e25000. https://doi.org/10.25248/reas.e25000.2026

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Resumo

Objetivo: Descrever a evolução temporal do perfil sociodemográfico materno, da assistência pré-natal, do parto e das condições dos nascidos vivos em Campo Grande/MS, entre 2020 e 2024. Métodos: Trata-se de estudo observacional, retrospectivo, documental e descritivo de série temporal, realizado com dados secundários do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos. Foram analisadas frequências absolutas e relativas de 61.754 registros elegíveis. Resultados: O número anual de nascidos vivos reduziu de 13.271, em 2020, para 11.477, em 2024 (13,5%). Predominaram mães de 20 a 34 anos. A proporção de ensino superior completo aumentou de 23,54% para 28,37%, e a de sete ou mais consultas pré-natais, de 62,38% para 78,91%. As cesarianas aumentaram de 57,19% para 65,45%. Conclusão: Observou-se redução do número anual de nascidos vivos, aumento da escolaridade materna e da proporção de gestantes com sete ou mais consultas pré-natais. Contudo, a elevada frequência de cesarianas permanece como importante desafio assistencial. Os achados podem subsidiar o planejamento e o monitoramento das ações materno-infantis na Atenção Primária à Saúde.

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