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Cafeína e controle inibitório em jovens universitários
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Palavras-chave

Cafeína
Controle Inibitório
Cognição

Como Citar

Cafeína e controle inibitório em jovens universitários. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(10), e25193. https://doi.org/10.25248/reas.e25193.2026

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Resumo

Objetivo: Delinear o perfil de consumo da cafeína de universitários e investigar sua associação com o desempenho em teste de controle inibitório. Métodos: Estudo quantitativo, observacional, analítico e transversal com 51 estudantes de Medicina. As expectativas quanto aos efeitos da cafeína foram avaliadas pelo Brief Caffeine Expectancy Questionnaire – Brazilian Version (B-CaffEQ-Br). O controle inibitório foi mensurado pelo Escore de Interferência de Golden do Stroop Color and Word Test (SCWT). Foram realizadas análises de correlação e comparação entre tercis. Resultados: O escore médio do B-CaffEQ-Br foi de 77,8±22,5 pontos. O Escore de Interferência de Golden apresentou média de 10,7±8,96. Não foi observada associação estatisticamente significativa entre expectativas relacionadas à cafeína e desempenho no controle inibitório, tanto pela correlação de Pearson (r=-0,234; p=0,099) quanto pela de Spearman (ρ=-0,190; p=0,182). A comparação entre tercis de expectativa também não evidenciou diferenças significativas (ANOVA de Welch: F=0,637; p=0,535). Conclusão: Foi observada uma tendência à associação inversa entre as expectativas sobre os efeitos da cafeína e o desempenho cognitivo, mas sem significância estatística. Não foram mensurados o consumo habitual da substância nem o grau de tolerância individual.

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