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Responsividade da estratégia saúde da família na perspectiva dos usuários na pandemia COVID-19
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Palavras-chave

Avaliação da qualidade dos cuidados de Saúde
Estratégia saúde da família
COVID-19

Como Citar

Responsividade da estratégia saúde da família na perspectiva dos usuários na pandemia COVID-19. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(10), e25223. https://doi.org/10.25248/reas.e25223.2026

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Resumo

Objetivo: Avaliar a responsividade da Estratégia Saúde da Família no contexto da pandemia da COVID-19. Métodos: Estudo transversal realizado nas Regiões de Saúde (RS): Central- Sul, Leste, Norte, Oeste, Sudoeste e Sul, do Distrito Federal. 2.841 usuários das Unidades Básicas de Saúde responderam questionário validado. Resultados: 24,39% dos usuários tiveram COVID-19 e 9,47% acesso ao teste. O acesso foi avaliado como bom nas RS, com destaque na Leste: 82,13% (IC95% 77,32%-86,1%). O primeiro contato também foi satisfatório, com melhor avaliação na Centro-Oeste: 84,13 (80,42-87,24). A infraestrutura e as condições de conforto foram consideradas boas nas RS, sobressaindo-se na Leste, com 55,67% (49,93-61,27) para mobílias e equipamentos das UBS e na Sudoeste, com 45,52% (42,24-48,84) para sala de espera, de exames e consultórios. Observou-se tratamento com respeito e dignidade em todas as RS, com distinção do Norte nos quesitos respeito, com 95,31% (IC95% 90,15%-97,83%) e preservação da intimidade, com 95,01 (92,56-96,68); e para o quesito permissão para realização de procedimentos, a Centro-Sul apresentou 87,53% (84,12-90,29). Obtiveram-se avaliações positivas na comunicação nas RS, com relevância na Norte na escuta com atenção, com 93,75% (IC95% 88,15%-96,80%), e compreensão das informações, com 96,88 (92,24-98,78). A Leste teve melhor avaliação na liberdade na tomada de decisões: 84,19 (79,56-87,93). Conclusão: Os resultados mostram avaliações estruturais mais heterogêneas e inferiores às dimensões relacionais, especialmente devido à COVID-19.

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