Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Perfil epidemiológico dos pacientes internados por HIV no Brasil
PDF

Palavras-chave

HIV
Hospitalização
Pesquisa sobre serviços de saúde

Como Citar

Perfil epidemiológico dos pacientes internados por HIV no Brasil. (2020). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 48, e3243. https://doi.org/10.25248/reas.e3243.2020

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico dos pacientes internados por HIV no Brasil, no período de 2010 a 2019. Métodos: Trata-se de um estudo, retrospectivo, descritivo, quantitativo, de base documental. Os dados foram obtidos do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS), pelo Departamento de informática do SUS (DATASUS). Resultados: No período avaliado, foram registradas 338.966 internações por HIV no Brasil. A região Sudeste (37,6%) e Nordeste (25,5%), apresentaram maiores internações. No entanto, as taxas de mortalidade se concentraram nas regiões Norte (17,06) e Sul (12,19). A prevalência média de internações por HIV, foi maior na região Sul (26,6 casos) e menor na região Sudeste (15,8 casos). Houve predomínio no sexo masculino (63,9%), na faixa etária entre 30-39 anos (31,50%) e na cor/raça branca (37,76%). A respeito do regime e caráter das internações, 51,35% foram em hospitais públicos e 80,65%) foi por urgência. Observou-se um total de 41.101 óbitos (12,12%). A maior prevalência ocorreu entre pacientes do sexo masculino (51,48%) e a maior taxa de mortalidade ocorreu na faixa etária acima dos 70 anos (21,82%). Conclusão: A infecção pelo HIV e, consequentemente as internações em decorrência desse fator, ainda proporcionam altos custos para a saúde pública do país.

PDF