Resumo
Objetivo: Avaliar aspectos relacionados à saúde mental e física do paciente com Parkinson e o impacto dos efeitos adversos do tratamento medicamentoso na qualidade vida. Métodos: Foi realizado um estudo transversal, não experimental e descritivo de abordagem quantitativa que utilizará como instrumento de pesquisa a escala unificada de avaliação da Doença de Parkinson (Unified Parkinsons´ disease Rating Scale – UPDRS-ADAPTADA), com assinatura prévia dos pacientes e/ou responsável do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Resultados: A amostra foi constituída por 20 pacientes acometidos pela doença de Parkinson e em uso de medicações antiparkinsonianas. Em geral, estes pacientes sentem-se tristes, mas não são diagnosticados com depressão e não possuem pensamentos suicidas. Em relação ao cotidiano, eles percebem uma lentidão, no entanto não se sentem incapazes e a maioria consegue realizar as tarefas diárias sem ajuda. Dor nas discinesias e distonias são os efeitos colaterais mais relatados pelos pacientes entrevistados. Conclusão: A partir desse estudo foi possível observar que o tratamento farmacológico pode contribuir para melhoria da qualidade de vida dos entrevistados e que os resultados encontrados corroboram com estudos já publicados sobre pacientes de outras regiões.
