Resumo
Objetivo: Revisar o conhecimento atual sobre o potencial inflamatório da dieta e o risco de neoplasia mamária. Métodos: Trata-se de revisão integrativa da literatura, realizada por meio de pesquisa de artigos originais, publicados nos últimos dez anos, em inglês, português e espanhol, indexados nas bases de dados Pubmed e Scopus (Elsevier®). Resultados: Foram recuperados 93 artigos, dos quais 11,8% (n=11) foram incluídos nesta revisão, para leitura do texto integral. Após análise do texto completo, verificou-se que 81,8% (n=9) demonstraram relação positiva entre a adoção de padrões alimentares pró-inflamatórios e o risco aumentado de câncer de mama na população feminina. De forma contrária, dois artigos (18,2%) demonstraram que o padrão dietético não é fator determinante da carcinogênese mamária, embora possa potencializar o desenvolvimento da doença em mulheres com predisposição genética. Conclusão: Conclui-se que dietas de elevado potencial inflamatório estão associadas ao aumento do risco de câncer de mama.
