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Análise do uso de antibióticos na profilaxia de feridas operatórias nas cesarianas realizadas em uma maternidade, no período de 2015 a 2018
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Palavras-chave

Cesárea
Infecção da ferida cirúrgica
Infecção puerperal

Como Citar

Análise do uso de antibióticos na profilaxia de feridas operatórias nas cesarianas realizadas em uma maternidade, no período de 2015 a 2018. (2021). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(2), e6223. https://doi.org/10.25248/reas.e6223.2021

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Resumo

Objetivo: Analisar o uso de antibióticos na profilaxia de ferida operatória, através da demonstração dos esquemas de antibióticos prescritos no pré e pós-operatório, análise do perfil epidemiológico e fatores de risco para infecção do sítio cirúrgico (ISC) nas cesarianas realizadas em uma maternidade. Métodos: Estudo transversal, caráter retrospectivo e abordagem quantitativa, a partir da análise de prontuários das pacientes submetidas a cesarianas e que tiveram ISC, no período de 2015 a 2018. Resultados: A amostra foi 303 gestantes. A média de idade foi 24,1 anos (24,8%), a indicação mais prevalente para cesariana foi Pré-eclâmpsia (17,2%). Os principais critérios clínicos de ISC foram eritema (38,9%) e edema (36,6%). A antibioticoprofilaxia foi administrada em 87% das pacientes, sendo realizada com cefalosporina de primeira geração. O esquema mais utilizado para tratamento da ISC foi o esquema tríplice Cefalotina associada a Gentamicina e Metronidazol (75%). Conclusão: As taxas de ISC foram elevadas durante o período de estudo. Antibioticoprofilaxia não define proteção absoluta contra infecção de ferida operatória. A ISC prolonga em torno de 7 a 15 dias o tempo de internação e reinternação das pacientes que possuem infecção do sítio cirúrgico tardio.

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