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Prevalência de queixas osteomusculares e fadiga em docentes de uma universidade em Santarém - Pará
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Palavras-chave

Queixas osteomusculares
Fadiga
Docentes

Como Citar

Prevalência de queixas osteomusculares e fadiga em docentes de uma universidade em Santarém - Pará. (2021). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(4), e6755. https://doi.org/10.25248/reas.e6755.2021

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Resumo

Objetivo: Analisar a prevalência de queixas osteomusculares e fadiga em docentes de uma universidade na cidade de Santarém-Pará. Métodos: Realizou-se uma pesquisa observacional, quantitativa, qualitativa, descritiva e transversal, a qual utilizou como instrumentos de coleta de dados o Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares (QNSO), a Escala de Fadiga de Chalder (CFQ-11) e um Questionário Sociodemográfico. A amostra foi composta por trinta e um (n=31) docentes, (n=12 do sexo masculino e n=19 do feminino), de uma Instituição de Ensino Superior (IES). Resultados: Houve prevalência de 93,55% de queixas osteomusculares para região lombar e 77,42% para as regiões de pescoço/cervical e dorsal nos últimos 12 meses. Nos últimos 7 dias, a prevalência de sintomas foi de 96,77% dentre os participantes, com 22,58% para região lombar. Dentre os impedidos de realizar suas atividades normais, 70,97% queixam-se de desconfortos lombares. Em relação ao CFQ-11, três participantes (9,67%) apresentaram quadro de fadiga geral. Quanto à fadiga física, 35,48% (n=11) da amostra pontuaram valores de 4 à 6 pontos e 3,22% (n=1) apresentaram sintomas de fadiga mental. Conclusão: Elevada prevalência de queixas osteomusculares nos últimos 7 dias. Sintomatologia dolorosa predominante sobre região lombar. Observa-se baixo índice de fadiga mental e física entre os participantes do estudo.

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