Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Força muscular respiratória de jogadores de basquetebol em cadeira de rodas: comparação entre os valores obtidos e preditos
PDF

Palavras-chave

Pressões respiratórias máximas
Traumatismos da medula espinal
Paratletas

Como Citar

Força muscular respiratória de jogadores de basquetebol em cadeira de rodas: comparação entre os valores obtidos e preditos. (2021). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(5), e6974. https://doi.org/10.25248/reas.e6974.2021

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Avaliar a força muscular respiratória (FMR) de jogadores de basquetebol em cadeira de rodas (BCR) com lesão medular traumática (LMT) e comparar os valores obtidos aos preditos. Métodos: Trata-se de estudo de inquéritos, quantitativo, unicêntrico. Dezesseis atletas do gênero masculino foram divididos em dois grupos: LMT, n=8, e; sem LMT, n=8. Os dois grupos foram avaliados quanto as variáveis antropométricas e a FMR, esta por meio da manovacuômetria para mensuração das pressões inspiratória (PImáx) e expiratória máxima (PEmáx). Resultados: A amostra foi constituída por dezesseis atletas do gênero masculino, com idade entre 34,75 ± 8,55 anos para o grupo LMT e 24,50 ± 5,37 anos para o grupo sem LMT. Ambos os grupos apresentaram valores de PImáx obtido superior ao predito. Os valores de PEmáx obtido pelo grupo sem LMT foi superior ao predito e ao valor obtido pelo grupo com LMT. O percentual alcançado na PEmáx predita do grupo sem LMT foi superior ao do grupo com LMT. Conclusão: Apesar dos benefícios da prática regular do BCR observados sobre a força muscular inspiratória (FMI) dos atletas, estes efeitos parecem não se aplicar à força muscular expiratória (FME) dos sujeitos com LMT.

PDF