Resumo
Objetivo: Analisar a importância dos dados gasométricos no processo de extubação e na retirada da ventilação mecânica de pacientes em uma unidade de tratamento intensivo de um hospital da Zona da Mata Mineira. Método: Pesquisa documental, retrospectiva dos meses de agosto a dezembro de 2018, de carácter descritivo. Resultados: Na amostragem inicial foram analisadas 75 amostras de controle de desmame, sendo excluídos 20 de pacientes que não passaram no teste de respiração espontânea. Assim a amostra foi realizada com 55 pacientes em tratamento intensivo, sendo 31 homens (56,4%) e 24 mulheres (43,6%) com idade mínima de 13 anos e máxima 88 anos. Conclusão: Foi constatado que os valores de PAO2 e PCO2 da gasometria arterial no processo de desmame não interferem no sucesso da retirada da VMI. Os dados hemogasométricos contribuem de forma positiva no processo de desmame e retirada da ventilação mecânica, fazendo parte da avaliação para a decisão da retirada ou cancelamento do Teste de respiração espontânea (TRE) e retorno para a ventilação artificial, além de predizer a necessidade de Ventilação Não Invasiva (VNI) pós extubação nos pacientes retentores de PCO2 no momento do TRE.
