Resumo
Durante a fase de envelhecimento, fatores biológicos, doenças e causas externas podem influenciar a forma em que ela se dá. A queda é uma delas e figura entre as alterações do envelhecer que tornam o idoso fragilizado e susceptível a eventos incapacitantes. O presente trabalho teve como escopo identificar os fatores de risco extrínsecos para quedas na população idosa através da produção científica nacional. Tratase de um estudo descritivo exploratório, utilizando o referencial da pesquisa bibliográfica através do levantamento de publicações contidas em periódicos indexados nacionais na área de saúde pública no período de março a outubro de 2010. No Brasil, a morte por causas externas passou a ocupar a terceira posição, representando 14,9% do total de óbitos e, a ocorrência de quedas ocupa o primeiro e quarto lugar nas taxas de morbimortalidade, respectivamente. Essas quedas podem ser causadas por fatores extrínsecos, ou seja, ambientes que apresentam pouca iluminação, pisos irregulares ou escorregadios e a falta de corrimão para apoio. Intervenções urgentes por parte dos nossos governantes são necessárias introduzindo a questão nas políticas públicas, revisão do modelo de atenção atual, visando reduzir as causas, prevenir as quedas, diminuir as internações, planejando ações focadas na saúde da população.
