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Perfil epidemiológico das fraturas de falange de pacientes internados em um Hospital do Norte de Minas Gerais
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Palavras-chave

Falange dos dedos da mão
Fraturas ósseas
Epidemiologia descritiva
Fixação interna de fraturas

Como Citar

Perfil epidemiológico das fraturas de falange de pacientes internados em um Hospital do Norte de Minas Gerais. (2021). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(9), e8880. https://doi.org/10.25248/reas.e8880.2021

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Resumo

Objetivo: Analisar as características epidemiológicas associadas às fraturas de falanges dos dedos da mão. Métodos: Pesquisa de caráter epidemiológico, com delineamento documental, retrospectivo, descritivo e analítico. Amostra inicial referente aos atendimentos, entre janeiro de 2018 e dezembro de 2020, de 331 pacientes com fraturas de membros superiores cirúrgicas, realizando a evolução das suas variáveis a partir de um formulário sociodemográfico, com posterior análise dos dados estatísticos pelo programa IBM SPSS Statistics. Estudo foi aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: Selecionou-se 42 prontuários de pacientes com fratura de falange, em meio aos 331 casos atendidos, sendo 20 proximal, 10 média e 12 distal. A amostra apresenta maioria do sexo masculino (100%, 90% e 83,3% respectivamente), na faixa etária de 18 a 60 anos (75%, 90% e 66,6%). Evidencia como principal mecanismo de trauma o acidente automobilístico (26,2%), pequena incidência de refraturas (4,8%), tempo de internação majoritariamente inferior a uma semana (60%) e poucas complicações pós-cirúrgicas (9,6%). Empregou-se a osteossíntese como abordagem cirúrgica, apresentando como único tipo de implante o Fio de Kirchner. Conclusão: Conclui-se que o estudo revelou um perfil epidemiológico relativamente semelhante ao descrito na literatura disponível, diferenciando-se apenas na maior prevalência das fraturas de falange proximal.

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