Abstract
Objective: To assess the impact of the COVID-19 pandemic on the incidence of acquired syphilis cases in Brazil, Minas Gerais and Belo Horizonte. Methods: An observational, descriptive and quantitative study was carried out on the detection rate of acquired syphilis cases reported in DATASUS. The database was exported to Software R and the Poisson distribution was used for statistical analyzes with a confidence level of 95%. Results: Using the Poisson regression model, it can be concluded that there was a decrease in the incidence of acquired syphilis in Brazil from 2019 to 2020 of 25.47% and from 2020 to 2021 of 46.01%. In Minas Gerais, the drop in incidence from 2019 to 2020 was 20% and from 2020 to 2021, 50.27%. In Belo Horizonte, the incidence decreased from 2019 to 2020 by 15.47% and from 2020 to 2021 by 41.69%. Conclusion: The reduction in the incidence of acquired syphilis has a multifactorial cause, highlighting the underreporting and modification of human behavior in the face of social isolation. This behavioral change may be related to the decrease in sexual partners, the demand for medical care and the availability of rapid tests.
References
ALVES SCF, et al. Aspectos epidemiológicos dos casos de sífilis em gestantes no Brasil de 2015 a 2020. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2022; 15(2): e9673.
BEZERRA TM e MATOS CC. Impactos da gravidez na adolescência no Brasil. Research, Society and Development, 2022; 11(5): e39111528381.
BRASIL. Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). Ministério da Saúde inaugura a exposição “Sífilis: História, Ciência, Arte” no Rio de Janeiro. 2021. Disponível em: https://www.conasems.org.br/ministerio-da-saude-inaugura-a-exposicao-sifilis-historia-ciencia-arte-no-rio-de-janeiro/#. Acessado em: 19 de julho de 2022.
BRASIL. Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). Fortalecer o SUS, em defesa da democracia e da vida. 2020. Disponível em: https://www.abrasco.org.br/site/categorias-interna/outras-publicacoes/fortalecer-o-sus-em-defesa-da-democracia-e-da-vida/53604/. Acessado em: 21 de julho de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico Sífilis. 2021. Disponível em: http://www.aids.gov.br/system/tdf/pub/2016/68209/boletim_sifilis_2021_internet.pdf?file=1&type=node&id=68209&force=1. Acessado em: 28 de julho de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/infeccoes-sexualmente-transmissiveis/sifilis. Acessado em: 14 de julho de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical do HIV, Sífilis e Hepatites Virais [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. – 2. ed. rev. – Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Sífilis: Estratégias para o diagnóstico no Brasil. 2010. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/sifilis_estrategia_diagnostico_brasil.pdf. Acessado em: 20 de julho de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Sífilis: Departamento de doenças de condições crônicas e infecções sexualmente transmissíveis. Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/infeccoes-sexualmente-transmissiveis/sifilis#:~:text=O%20tratamento%20da%20s%C3%ADfilis%20%C3%A9,do%20est%C3%A1gio%20cl%C3%ADnico%20da%20s%C3%ADfilis. Acessado em: 21 de julho de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agenda de ações estratégicas no Brasil para redução da sífilis 2020-2021. 2021. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/agenda_reducao_sifilis_2020_2021.pdf. Acessado em: 21 de julho de 2022.
CONASS. Casos de sífilis estão subnotificados devido à baixa testagem no período da pandemia, 2020. Disponível em: https://www.conass.org.br/casos-de-sifilis-estao-subnotificados-devido-a-baixa-testagem-no-periodo-da-pandemia/. Acessado em: 28 de julho de 2022.
DOMINGUES CSB, et al. Protocolo Brasileiro de Infecções Sexualmente Transmissíveis 2020: vigilância epidemiológica. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical [online], 2021; 54.
FIOCRUZ. Sífilis tem aumento de 4000% no país. Notícias e artigos. 2019. Disponível em: https://www.bio.fiocruz.br/index.php/br/noticias/1696-sifilis-tem-aumento-de-4-000-no-pais#. Acessado em: 28 de julho de 2022.
MENDES Á, et al. Análise crítica sobre a implantação do novo modelo de alocação dos recursos federais para atenção primária à saúde: operacionalismo e improvisos. Cadernos de Saúde Pública [online], 2022; 38: 2.
FREITAS FLS, et al. Protocolo Brasileiro para Infecções Sexualmente Transmissíveis 2020: sífilis adquirida [Brazilian Protocol for Sexually Transmitted Infections 2020: acquired syphilis]. Epidemiol Serv Saude, 2021; 30(spe1): e2020616.
KEUNING MW, et al. Congenital syphilis, the great imitator-case report and review. Lancet Infect Dis., 2020; 20(7): e173-e179.
MENEZES IL, et al. Syphilis Acquired in Brazil: Retrospective analysis of a decade (2010 to 2020). Research, Society and Development, 2021; 10(6): e17610611180.
MERCURI SR. Syphilis: a mini review of the history, epidemiology and focus on microbiota. New Microbiol., 2022;45(1):28-34. Epub 2021 Dec 11. PMID: 35403844.
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. Sífilis. 2022. Disponível em: https://www.saude.mg.gov.br/sifilis. Acessado em: 14 de julho de 2022.
MONTGOMERY DC e RUNGER GC. Distribuição de probabilidade de Poisson. In: MONTGOMERY DC e RUNGER GC. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. 7. ed. Rio de Janeiro: 2021. Variáveis aleatórias discretas e distribuições de probabilidades; 60-66.
PETERMAN TA e CHA S. Context-Appropriate Interventions to Prevent Syphilis: A Narrative Review. Sex Transm Dis., 2018; 45(9S Suppl 1): S65-S71.
PHAM MD, et al. Point-of-Care Diagnostics for Diagnosis of Active Syphilis Infection: Needs, Challenges and the Way Forward. Int J Environ Res Public Health, 2022; 19(13): 8172.
RAMOS RSPDS e RAMOS VP. Análise espacial como ferramenta de identificação de áreas prioritárias de intervenção para prevenção da sífilis [Spatial analysis as a tool for identification of priority intervention areas for syphilis prevention]. Cien Saude Colet., 2021; 26(suppl 2): 3733-3742.
SANTOS GL, et al. As diversidades da predominância da sífilis adquirida nas regiões do Brasil (2010 – junho de 2019). Revista Eletrônica Acervo Científico, 2020; 10: e3553.
TUITE AR, et al. Exploring How Epidemic Context Influences Syphilis Screening Impact: A Mathematical Modeling Study. Sex Transm Dis, 2020; 47(12): 798-810.
