Abstract
Objective: Realistic simulation is evidenced as a teaching-learning method that allows critical, reflective training and the improvement of skills and competences in health so that, when the student and/or professional, having to deal with medical practice, feels confident during the decision-making process in the context of Collective Health. Experience report: This is a descriptive study, an experience report, of the formative activity of realistic simulation, performed on 2023, during the "Núcleo Livre" (NL) “Linhas de Cuidado e Atenção à Saúde da Mulher” in a Federal Institution of University education. Four scenarios concerning to the work of medical professionals in Primary Care were simulated, with the topics of “Pregnancy in adolescence”, “Prenatal care”, “Approach to women in the climacteric and menopause period” and “Approach to elderly women victims of violence”. The students went through stages of acquisition and improvement, which enabled a comprehensive approach and person-centered care according to the learning objectives presented to them. Conclusion: Simulation-based teaching in the context of Collective Health proved to be relevant for students to feel confident and secure about the application of Primary Care protocols in the context of Women's Health.
References
AYED A, et al. Effect of High-Fidelity Simulation on Clinical Judgment Among Nursing Students. Inquiry: a journal of medical care organization, provision and financing, 2022; 59: 469580221081997.
BRADLEY P. The history of simulation in medical education and possible future directions. Medical Education, 2006; 40(3):254–262.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina e de outras providências. Disponível em: https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/CNE_RES_CNECESN32014.pdf?query=classificacao. Acesso em: 20 agosto 2023.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: saúde das mulheres. Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. 2016. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolos_atencao_basica_saude_mulheres.pdf. Acessado em: 08 maio 2023.
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da mulher brasileira: uma perspectiva integrada entre vigilância e atenção à saúde. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2023/saude-da-mulher-brasileira-uma-perspectiva-integrada-entre-vigilancia-e-atencao-a-saude-numero-especial-mar.2023/view. Acessado em: 11 agosto 2023.
CATTO R, et al. Simulação enquanto método de ensino em saúde coletiva para estudantes da saúde. Research, Society and Development, 2022; 11(e38511831032): 1-10.
COOPER J, TAQUETI V. A brief history of the development of mannequin simulators for clinical education and training. Postgraduate Medical Journal, 2008; 84(997):563–570.
DA SILVA RR, et al. A simulação realística como ferramenta de ensino e aprendizagem em saúde da mulher em uma IES em Belém do Pará. Brazilian Journal of Health Review, 2020; 3(4):9420-9425.
GUINEZ-MOLINOS S, et al. Simulación clínica colaborativa para el desarrollo de competencias de trabajo en equipo en estudiantes de medicina. Revista médica de Chile, 2018; 146(5):643-652.
HOLANDA FL, et al. Educação Médica em Reanimação Cardiopulmonar: transposição didática do presencial-tradicional para o remoto-interativo com simulação. Revista Brasileira de Educação Médica, 2022; 46(3): e091.
HOUZÉ-CERFON CH, et al. Conception d’un programme d’enseignement par simulation dans le DES de médecine d’urgence selon la méthode du modèle logique. Annales Françaises de Médecine d'Urgence France, 2019; 10(1):14-30.
IGLESIAS AG, PAZIN-FILHO A. Emprego de simulações no ensino e na avaliação. Medicina (Ribeirão Preto), 2015; 48(3):233-240.
MACIEIRA LMM, et al. Simulação Médica no Ensino Universitário de Pediatria. Revista Brasileira de Educação Médica, 2017; 41(1):86–91.
MIGUEL EA, et al. Implantação curricular para curso de Medicina: superando desafios. Revista Brasileira de Educação Médica, 2023; 47(2):e053.
NAVA LF, MAGRO MCS. Implicações da simulação na autoconfiança e conhecimento de profissionais da atenção primária: quase experimento. Enferm. Foco, 2020; 11(3): 121-128.
PIEDRAHÍTA-MEJÍA JC, CARDONA-CANO R. La historia del concepto simulación y su uso en ambientes educativos para el aprendizaje del sector salud. Duazary, 2022; 19(4): 251-254.
PIETERSEN PI, et al. Structured and Evidence-Based Training of Technical Skills in Respiratory Medicine and Thoracic Surgery. Journal of Thoracic Disease, 2021; 13(3):2058-2067.
PINHEIRO MIC. Apresentação. In: JUNIOR, G.; GUEDES, H. Simulação em saúde para ensino e avaliação: conceitos e práticas. 1ª ed. São Carlos: Cubo Multimídia, 2021. p. 11.
PRUDENTE EM, et al. Estudo do impacto da simulação realística na formação do acadêmico de medicina. Revista Brasileira de Desenvolvimento, 2022; 8(4):28098–28117.
TIZZOT ELA, KNOBEL R. O ensino da ginecologia e obstetrícia na graduação e residência médica. Organizadores: PEREIRA JUNIOR GA, GUEDES HTV. In: Simulação Clínica: ensino e avaliação nas diferentes áreas da Medicina e Enfermagem: Cirurgia Geral, Clínica Médica, Emergência, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria, Saúde Coletiva, Saúde da Família e Comunidade e Saúde Mental. Brasília: Associação Brasileira de Educação Médica, 2022.
WALLACE P. Following the threads of an innovation: the history of standardized patients in medical education. Caduceus, 1997; 13(2):5–28.
YAMANE MT, et al. Simulação realística como ferramenta de ensino na saúde: uma revisão integrativa. Espaço para a Saúde - Revista de Saúde Pública do Paraná, 2019; 20(1):87–107.
(1): e6.
