Google Scholar | Citations: 16429| h-index: 32 | i10-index: 482
The profile of hospitalizations of indigenous women during pregnancy
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Indigenous Population
Women's Health
Transculturation

How to Cite

The profile of hospitalizations of indigenous women during pregnancy. (2025). Electronic Journal Collection Health, 25(5), e19862. https://doi.org/10.25248/reas.e19862.2025

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: To characterize the profile of hospitalizations of indigenous women during pregnancy in the state of Pará. Methods: Descriptive cross-sectional and documentary research, with collection of secondary databases present in the SUS Hospital Information System (SIH/SUS), of hospitalizations due to complications during childbirth and puerperium of indigenous women in the municipalities of the state of Pará, between January 2023 and April 2024. In addition to a bibliographic survey in electronic databases. Results: It was observed that in 2023 there was a greater number of hospitalizations compared to 2024. The most affected age group was 15 to 19 years old, with 329 records (32.07%), followed by the age group from 20 to 24 with 259 records (25.24%), women still in adolescence. Regarding the characterization of the type of care, 5 (0.49%) were elective and 1,021 (99.51%) were emergency. Among the municipalities analyzed, Jacareacanga had the highest number of hospitalizations. Conclusion: Only through a holistic and inclusive approach can significant improvements be achieved in maternal health and in the quality of life of indigenous women during pregnancy and postpartum.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

ABREU GR, et al. Adequação da assistência pré-natal ofertada à mulher indígena: características maternas e dos serviços de saúde. Ciênc. Saúde Coletiva, 2024; 29(12): 10.1590/1413-812320242912.08722024.

ARAÚJO M, et al. Saúde Sexual e reprodutiva na etnia Xukuru do Orubá: diga às mulheres que avancem. Saúde Debate, 2020; 44(124): 10.1590/0103-1104202012414.

BRASIL. A Fundação Nacional do Índio. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2024/agentes-indigenas-de-saude-e-saneamento-sao-essenciais-e-precisam-que-as-profissoes-sejam-regulamentadas. Acesso em: 2 de outubro de 2024.

BRASIL. Decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009. Aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3 e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 21 dez. 2009. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d7037.htm.

BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo Demográfico Brasileiro de 2022 - Indígenas. Rio de Janeiro: IBGE, 2022. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/3103/cd_2022_indigenas.pdf. Acesso em: 21 de out. 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de pré-natal e puerpério: atenção qualificada para a mulher e para o recém-nascido. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2020. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_pre_natal_puerperio_3ed.pdf. Acesso em: 13 jan. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. Brasília, 2004. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-mulher/pnaism. Acesso em: 20 de junho de 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde indígena: uma introdução ao tema. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_indigena_uma_introducao_tema.pdf. Acesso em: 09 de out. 2024.

BRASIL. Sistema de Informação Hospitalar (SIH/SUS). 2024. Brasil. Ministério da Saúde. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sih/cnv/sxuf.def. Acesso em: 23 de junho de 2024.

DIEHL, E. et al. Enfermeiros indígenas: participação de técnicos e auxiliares de enfermagem nos serviços de atenção à saúde indígena. Texto Contexto - Enferm, 2014; 23(02), 10.1590/0104-07072014000300013.

DOHERTY S, et al. Postpartum hemorrhage in rural Indigenous women: scoping review of a global obstetrical challenge. International Journal of Circumpolar Health, 2022; 81(1), 2090066.

ESTIMA N, ALVES SV. Mortes maternas e de mulheres em idade reprodutiva na população indígena, Pernambuco. Epidemiol. Serv. Saúde, 2019; 28(2): 10.5123/S1679-49742019000200010.

FERREIRA, L O. A emergência da medicina tradicional indígena no campo das políticas públicas. Hist. Cienc. Saúde-Manguinhos, 2013; 20(1): 10.1590/S0104-59702013000100011.

FERREIRA, L O. Saúde e relações de gênero: uma reflexão sobre os desafios para a implantação de políticas públicas de atenção à saúde da mulher indígena. Ciênc. Saúde Coletiva, 2013; 18(4): 10.1590/S1413-81232013000400028.

Fundação de Amparo e Pesquisa do Estado do Pará. (2024). A conjuntura demográfica indígena paraense [Nota técnica]. Recuperado de https://www.fapespa.pa.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Nota-Tecnica-–-A-Conjuntura-Demografica-Indigena-Paraense-Versao-Publicacao.pdf.

GARRAFA JL, et al. Mortes maternas entre mulheres indígenas brasileiras – Análise de 2015 a 2021. International Journal of Gynecology & Obstetrics, 2024; 167: 612-618.

GARNELO L, et al. Avaliação da atenção pré-natal ofertada às mulheres indígenas no Brasil: achados do Primeiro Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição dos Povos Indígenas. Cadernos de Saúde Pública, 2019; 35(3).

GIL L. Políticas de saúde, pluralidade terapêutica e identidade na Amazônia. Saúde Sociedade, 2007; 16(2): 10.1590/S0104-12902007000200006.

IGANSI M L, ZATTI CA. Gestação: conhecendo a realidade das aldeias indígenas no Brasil. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research, 2018; 23(1): 23174404.

MENDES AM, et al. O desafio da atenção primária na saúde indígena no Brasil. Rev. Panam Salud Publica, 2018; 42: e184.

MOLITERNO A, et al. Processo de gestar e parir entre as mulheres Kaingang. Texto Contexto - Enferm, 2013; 22(2): 10.1590/S0104-07072013000200004.

MONTEIRO A, et al. Assistência de enfermagem à saúde das populações indígenas: revisão de escopo. Cogit. Enferm, 2023; 28: 10.1590/ce.v28i0.88372.

SCOPEL R, SCOPEL D. Promoção da saúde da mulher indígena: contribuição da etnografia das práticas de autoatenção entre os Munduruku do Estado do Amazonas, Brasil. Cad. Saúde Pública, 2019; 35(3), 10.1590/0102-311X00085918.

SILVA A, et al. Cultura dos povos originários da floresta Amazônica na gestação e no puerpério: uma revisão de escopo sob o ponto de vista da segurança alimentar e nutricional. Saúde Debate, 2019; 43(123): 10.1590/0103-1104201912319.

SILVA N, et al. Enfermagem em saúde indígena: aplicando as diretrizes curriculares. Rev. Bras. Enferm, 2003; 56(4): 10.1590/s0034-71672003000400.

SOUTO K, MOREIRA MR. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: protagonismo do movimento de mulheres. Saúde Debate, 2021; 45(130): 10.1590/0103-1104202113020.

TOMASI E, et al. Qualidade da atenção pré-natal na rede básica de saúde do Brasil: indicadores e desigualdades sociais. Cad. Saúde Pública, 2017; 33(3): e00195815.