Abstract
Objective: To report an experience in health and education with children and their guardians living in social vulnerability, as part of an extension activity included in the medical school curriculum. Experience report: The project was carried out in June 2022 by first-term medical students as an extension initiative aimed at children and their guardians. It consisted of several workshops, including anthropometry, hygiene and microorganisms, a session with parents or guardians, and a community fair. The anthropometry workshop sought to identify weight, height, and Body Mass Index (BMI) alterations. The hygiene and microorganisms activity highlighted the importance of proper handwashing to reduce the spread of microbiota among children. Health education activities were also conducted for parents and guardians to extend knowledge dissemination within their homes and, consequently, the community. The community fair was designed to support socially vulnerable individuals, involving food collection and donation efforts. Final considerations: Thus, the integrative and multidisciplinary actions with the community contributed not only to the health field, particularly medicine, but also to the broader promotion of life and well-being.
References
ALMEIDA SMV e BARBOSA LMV. Curricularização da Extensão Universitária no Ensino Médico: o Encontro das Gerações para Humanização da Formação. Revista Brasileira de Educação Médica, 2019; 43(1): 672-680.
BARBOSA FC, et al. A nutrição no transtorno do espectro autista: benefícios de intervenções dietéticas na infância. REVISA, 2023; 12(2): 330-8.
BARROSO WKS e SOUZA ALL. Obesidade, Sobrepeso, Adiposidade Corporal e Risco Cardiovascular em Crianças e Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2020; 115(2): 172-173.
BOOG MCF. Doação de alimentos como ação emergencial de combate à fome– subsídios aos COMSEAS. Segurança Alimentar e Nutricional, 2006; 13(1): 78-84.
BRASIL. Lei 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõesobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dáoutrasprovidências. DiárioOficial da União, Brasília, 16 jul. 1990.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução n. 7, de 18 de dez. de 2018: estabelece as diretrizes para a extensão na educação superior brasileira e regimenta o disposto na meta 12.7 da lei n. 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 e dá outras providências; 2018. Disponível em: http ://p ortal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=104251-rces007-18&category_slug=dez embro-2018-pdf&Itemid=30192. Acessado em: 7 de janeiro de 2025.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.Resolução da Diretoria Colegiada nº. 216: Dispôe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Brasilia, DF: Ministério da Saúde, 2004.Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2004 /res0216_15_09_2004.html. Acessado em: 14 de fevereiro de 2025.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Caderneta da criança: passaporte da cidadania – acompanhamento do crescimento e desenvolvimento. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https ://www.gov.b r/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-crianca/caderneta. Acessado em: 20 de feverei ro de 2025.
DELGADOMFF, et al. Avaliação do conhecimento de crianças do 3° ao 5° ano do ensino fundamental com relação à importância da higiene das mãos antes das refeições em uma escola estadual de Campinas – SP. International Journal of Health Management Review, 2018; 4(2): 917-926.
DIAS D e BARROSO R. Envolvimento parental na escola: perspetivas de pais e filhos. Psicologia Escolar e Educacional, 2023; 27: 242143.
FALKENBERG MB, et al. Educação em saúde e educação na saúde: conceitos e implicações para a saúde coletiva. Ciência e saúdecoletiva, 2014; 19(3): 847- 852.
FERNANDES FILHO J, et al. Avaliação física: cineantropometria e aptidão cardiorrespiratória. 1 ed. Belho Horizonte: Casa da Educação Física, 2018; 251.
NOGUEIRA DL, et al. Educação em Saúde e na Saúde: Conceitos, Pressupostos e Abordagens Teóricas. Sanare, 2022; 21(2): 101-109.
PEREIRA TL, et al. Water, Sanitation, and Hygiene (WASH) in Schools: A Catalyst for Upholding Human Rights to Water and Sanitation in Anápolis, Brazil. Sustainability, 2024; 16(13): 5361.
SANTOS ER, et al. Análise da distribuiçãoespacial do ProgramaSaúde na Escola sob a perspectiva do princípio de equidade. Ciência e SaúdeColetiva, 2025; 30(2): 5792023.
SCARAFICCIAC, et al. Obesidade infantil: recomendações para orientaçãoinicial. Cuidarte Enfermagem, 2020; 14(2): 257-263.
SCHWINGEL TCPG e ARAÚJO MCP. Educação em Saúde na escola: conhecimentos, valores e práticas na formação de professors. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 2021; 102(261): 465-485.
SILVA EB, et al. Saberes e práticas de pais ou responsáveis no cuidado de pré-escolares. Revista Enfermagem UFSM, 2013; 3(2): 185-196.
SILVEIRA VNC, et al. Desnutrição e fatores associados em crianças quilombolas menores de 60 meses em dois municípios do estado do Maranhão, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2020; 25(7): 2583-2594.
TENUTA N, et al. Bancos de alimentosbrasileiros: comoavaliá-los? Ciência e SaúdeColetiva, 2025; 30(2): 822024.
