Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
La importancia de la Atención Primaria de Salud en la identificación de la violencia infantil
Imagem licenciada por Canva.com
PDF (portugués (Brasil))

Archivos suplementarios

Certificado (portugués (Brasil))

Palabras clave

Atención primaria
Negligencia infantil
Menores

Cómo citar

La importancia de la Atención Primaria de Salud en la identificación de la violencia infantil. (2022). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 15(7), e10728. https://doi.org/10.25248/reas.e10728.2022

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Comprender el papel de la Atención Primaria de Salud (APS) en los tipos de violencia infantil. Revisión bibliográfica: La identificación de la violencia, principalmente física y psicológica, es una tarea complicada, ya que es vista por muchos como algo común y no como un problema de salud pública. Por lo tanto, es papel del equipo de APS identificar cuando el menor está sufriendo violencia, independientemente de su naturaleza, a través del examen físico y la historia clínica. Por lo tanto, es importante que el profesional comprenda el contexto en el que ocurre la violencia, los factores de riesgo y vulnerabilidad y también los factores de protección. Después de eso, intervenir para traer un mejor bienestar al niño o adolescente. Por lo general, la detección se vuelve más fácil cuando el profesional tiene más contacto con la familia, pudiendo comprender mejor la dinámica familiar. Consideraciones finales: La APS juega un papel fundamental en la identificación de los casos de violencia, a través de un equipo multidisciplinario, trabajando en conjunto para brindar un mejor confort y desarrollo físico y emocional a los niños y adolescentes.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALMEIDA PF, et al. Coordenação do cuidado e atenção primária à saúde no Sistema Único de Saúde. Saúde em debate, 2018; 42: 244-260.

ARAUJO MA, LIMA LDSC. Violência contra Crianças e Adolescentes atendidos no HC da Universidade Federal de Uberlândia-MG: Questões Socioambientais. Brazilian Journal of Development, 2020; 6(12): 98756-98776.

BARCELLOS TMT, et al. Violência contra crianças: descrição dos casos em município da baixada litorânea do Rio de Janeiro. Escola Anna Nery, 2021: 25.

BARROSO LCS, ABRANTES JS. Alienação parental. Revista Científica Multidisciplinar do CEAP, 2021; 3(1): 11-11.

BORGES KNG, et al. Epidemiologia da violência contra a criança no Estado de Goiás. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2019; 34: e1420.

BUSSINGER RV, et al. O processo de (des) naturalização das práticas punitivas a partir da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Lei 13.010/2014. Revista da Faculdade de Educação, 2020; 34(2): 243-263.

CARDOSO VT, TONI CGS. Síndrome do Bebê Sacudido: conhecimento de profissionais de educação infantil. Psicologia Argumento, 2020; 38(102): 691-716.

DIOCESANO TFA, BERKENBROCK CDM. Infância Segura: um jogo colaborativo para a prevenção da violência sexual infantil. Revista Brasileira de Computação Aplicada, 2020; 12(1): 32-43.

EGRY EY, et al. Enfrentar a violência infantil na Atenção Básica: como os profissionais percebem?. Revista Brasileira de Enfermagem, 2017; 70: 119-125.

ESSWEIN GC, et al. Ações em saúde mental infantil no contexto da Atenção Básica do Sistema único de Saúde (SUS): uma revisão integrativa da literatura brasileira. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26: 3765-3780.

FERREIRA CLS, et al. Promoção dos direitos da criança e prevenção de maus tratos infantis. Ciência & Saúde Coletiva, 2019; 24: 3997-4008.

GALVÃO JR, et al. Percursos e obstáculos na Rede de Atenção à Saúde: trajetórias assistenciais de mulheres em região de saúde do Nordeste brasileiro. Cadernos de Saúde Pública, 2019; 35(12).

GASPAR RS, PEREIRA MUL. Evolução da notificação de violência sexual no Brasil de 2009 a 2013. Cadernos de Saúde Pública, 2018; 34: e00172617.

GIOVANELLA L, et al. Cobertura da Estratégia Saúde da Família no Brasil: o que nos mostram as Pesquisas Nacionais de Saúde 2013 e 2019. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26: 2543-2556.

GONÇALVES IM, et al. O transtorno factício das síndrome de Munchausen e síndrome de Munchausen por Procuração: uma revisão narrativa de literatura. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(11): e9072.

HINO P, et al. As interfaces das dimensões da vulnerabilidade face à violência contra a criança. Revista Brasileira de Enfermagem, 2019; 72: 343-347.

JESUS ACR, TONI CGS. Fatores de risco e proteção ao desenvolvimento de bebês de 6 a 12 meses de vida. Revista Brasileira de Iniciação Científica, 2019; 6(3): 46-65.

MAFFISSONI AL, et al. Redes de atenção à saúde na formação em enfermagem: interpretações a partir da atenção primária à saúde. Revista Cuidarte, 2018; 9(3): 2309-2321.

MACHADO DR, et al. Violência contra idosos e qualidade de vida relacionada à saúde: estudo populacional no município de São Paulo, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2020; 25: 1119-1128.

MARINHO RAQ, AGUIAR RS. A atenção primária como eixo estruturante da redução dos indicadores de violência contra crianças e adolescentes. Revista de Divulgação Científica Sena Aires, 2019; 8(2): 228-241.

MENDONÇA CS, et al. Violência na Atenção Primária em Saúde no Brasil: uma revisão integrativa da literatura. Ciência & Saúde Coletiva, 2020; 25: 2247-2257.

NEVES RG, et al. Tendência temporal da cobertura da Estratégia Saúde da Família no Brasil, regiões e Unidades da Federação, 2006-2016. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2018; 27.

NUNES ACP, et al. Violência infantil no Brasil e suas consequências psicológicas: uma revisão sistemática. Brazilian Journal of Development, 2020; 6(10).

OLIVEIRA DS, et al. Residência multiprofissional em saúde da família: tecendo sobre a conversão da lógica tradicional para Estratégia de Saúde da Família. Health Residencies Journal, 2021; 2(9): 52-77.

OLIVEIRA GP, et al. O abandono da criança e do infanto-juvenil na perspectiva da enfermagem. Revista Multidisciplinar de Estudos Científicos em Saúde, 2019; 8: 29-29.

PAIXÃO ES, NETO JCS. O abuso sexual de crianças e adolescentes: considerações sobre o fenômeno. Territorium, 2020; 27: 97-111.

PLATT VB, et al. Violência sexual contra crianças: autores, vítimas e consequências. Ciência & Saúde Coletiva, 2018; 23: 1019-1031.

POSOCCO S. Adoção transnacional e gestação por substituição em tempos de violência e crise. Lugar Comum, 2019; 56: 30-38.

REIS DM, et al. O impacto da violência intrafamiliar no desenvolvimento psíquico infantil. Psicologia. pt, 2018; 1-20.

RODRIGUES JS. Violência intrafamiliar contra crianças e adolescentes: intercontextualidade de significados verbais e imagéticos. Linguagem em (Dis) curso, 2020; 20: 431-450.

ROSA NB, ROOSLI ACBS. A Psicologia na Atenção Básica: possibilidades de intervenção na promoção e prevenção à saúde. Revista Psicologia e Saúde, 2019; 11(2): 99-114.

SANTA-ROSA TTA, et al. Reconhecimento e conduta de cirurgiões-dentistas diante de maus-tratos em crianças e adolescentes. Revista Pró-UniverSUS, 2019; 10(1): 137-144.

SANCHES LC, et al. Violência sexual infantil no Brasil: uma questão de saúde pública. Revista Iberoamericana de Bioética, 2019; 9: 1-13.

SANTOS LF, et al. Fatores que interferem no enfrentamento da violência infantil por conselheiros tutelares. Saúde em debate, 2019; 43: 137-149.

SILVA T, et al. Violência infantil: atuação do psicólogo no processo de auxílio à criança. Psicologia e Saúde em debate, 2018; 4(1): 61-84.

TACHIBANA M, FERREIRA GD. O cuidado materno violento: reflexões psicanalíticas sobre a Síndrome de Munchausen por Procuração. Semina: Ciências Sociais e Humanas, 2020; 41(2): 229-248.

TEIXEIRA EC, et al. Características dos casos de violência sexual ocorridos em Alagoas entre 2007-2016. O Mundo da Saúde, 2019; 43(4): 834-853.

TESSER CD, et al. Acesso ao cuidado na Atenção Primária à Saúde brasileira: situação, problemas e estratégias de superação. Saúde em Debate, 2018; 42: 361-378.

VIEIRA GV, HAJJ H. Depoimento Sem Dano: uma alternativa para inquirição de crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual, em face da Lei nº 13.431/17. Revista Jurídica Direito, Sociedade E Justiça, 2018: 5(7).

ZIOTTI R. Síndrome do bebé sacudido. Revista Científica Internacional da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia, 2022; 4: 64-65.