Resumen
Objetivo: Analizar el grado de satisfacción y la percepción de las mujeres con relación a la humanización de la atención en una maternidad de referencia en el Suroeste de Bahía, desde la recepción del hospital, pasando por los diversos sectores de atención. Métodos: Se trata de una investigación exploratoria cuantitativa realizada durante el mes de junio de 2022. Resultados: 100 mujeres fueron entrevistadas. Del total, el 20% eran menores de 20 años, el 67% tenían entre 20 y 34 años y el 13% tenían 35 años o más, siendo la edad promedio de las mujeres de 26 años, el 52% evaluó la maternidad con nota de 10, 18% con puntuaciones entre 9,0 y 9,9; el 18% dio puntuaciones entre 8,0 y 8,9; el 7% consideró notas entre 7,0 y 7,9; 4% entre 6,0 y 6,9 y 1% entre 5,0 y 5,9. Conclusión: Los principios de humanización recomendados en la atención a la gestante están siendo respetados en su mayoría por las diversas áreas de atención. La humanización requiere una modificación profunda del modelo biomédico y centrado en los profesionales de la salud, hacia las buenas prácticas recomendadas; hecho que ya ocurrió, solidificando el modelo socializado propuesto por el SUS.
Referencias
ALVES NCC, et al. Complicações na gestação em mulheres com idade maior ou igual a 35 anos. Revista Gaúcha de Enfermagem, 2019; 38 (4): 1-8.
AYRES LFA, et al. Fatores associados ao contato pele a pele imediato em uma maternidade. Escola Anna Nery, 2021; 25 (2): 1-8.
BRASIL. Lei n° 11.108, de 7 de abril de 2005. Altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para garantir às parturientes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, 2005. Disponível em: Lei nº 11.108 (planalto.gov.br). Acessado em: 8 de setembro de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Manual de acolhimento e classificação de risco em obstetrícia. 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_acolhimento_classificacao_risco_obstetricia_2017.pdf. Acessado em: 7 de outubro de 2022.
D‘ORSI E, et al. Desigualdades sociais e satisfação das mulheres com o atendimento ao parto no Brasil estudo nacional de base hospitalar: Estudo nacional de base hospitalar. Cadernos de Saúde Pública, 2014; 30(1): 1-15.
DODOU HD, et al. O cuidado à mulher no contexto da maternidade: Caminhos e desafios para a humanização. Rev Fund Care Online, 2017; 9(1): 22-230.
DOMINGUES R et al. Aspectos da satisfação das mulheres com a assistência ao parto: Contribuição e debate. Caderno de Saúde, 2004; 20(1): 1-11.
DORICCI GC, et al. Aspectos contextuais na construção da cogestão em Unidades Básicas de Saúde. Saúde Debate, 2020; 44 (127): 1053-1065.
FEBRASGO. 2019. Nota de apoio da FEBRASGO ao despacho do Ministério da Saúde sobre a utilização da expressão “Violência Obstétrica”. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/es/revistas/item/799-nota-de-apoio-da-febrasgo-ao-despacho-do-ministerio-da-saude-sobre-a-utilizacao-da-expressao-violencia-obstetrica. Acessado em: 8 de out. de 2022.
FRANCA BSS, et al. Violência institucional obstétrica no ambiente hospitalar. Revista redes de cuidado em saúde, 2014; 8(2): 1-4.
LANSKY S, et al. Violência obstétrica: Influência da Exposição Sentidos do Nascer na vivência das gestantes. Ciência & Saúde Coletiva, 2019; 24 (8): 2811-2824.
MARTINS ACM. Fatores associados à maior satisfação das mulheres com o atendimento ao parto em maternidades no Sul do Brasil. Dissertação (mestrado em epidemiologia). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2017;78p.
OLIVEIRA CVS, CORIOLANO-MARINUS MWL. Desafios do acolhimento na estratégia saúde da família: Uma revisão integrativa. Saúde em Redes, 2016; 2(2): 211-225.
OLIVEIRA DJB, et al. A violência obstétrica e suas múltiplas faces: análise dos possíveis impactos na saúde da mulher. Research, Society and Development, 2021; 10(21): 1-6.
SBP. Prevenção da Gravidez na Adolescência. Guia Prático de Atualização. Departamento Científico de Adolescência. Sociedade Brasileira de Pediatria. 2019. Disponível em: https://www.sbp.com.br/departamentos-científicos/adolescencia/documentos-cientificos. Acessado em: 15 de ago. de 2022.
SOUZA AB, et al. Fatores associados à ocorrência de violência obstétrica institucional: Uma revisão integrativa da literatura. Rev. Ciênc. Méd., 2016; 25 (3): 115-128.
SOUZA KOJ, PEGORARO RF. Concepções de profissionais de saúde sobre humanização no contexto hospitalar: reflexões a partir da Psicologia Analítica. Aletheia, 2009; 29: 73-87.
