Resumen
Objetivo: Obtener evidencias sobre el papel de los profesionales farmacéuticos en el proceso de manejo de órtesis, prótesis y materiales especiales en un ámbito hospitalario. Metódos: Se trata de una revisión integradora de artículos publicados entre 2012 y 2022, cuyos descriptores utilizados en las bases de datos Google Escolar, Medline, Pubmed y Scielo fueron: Órtesis, Prótesis y Materiales Especiales; Gestión de hospitales; Farmacia Hospitalaria; Análisis y Desempeño de Tareas; Garantía de calidad; Indicadores de gestión. Resultados: se recuperaron 48 artículos, de los cuales 34 fueron excluidos y 14 seleccionados. Los artículos incluidos evidencian los factores que dificultan el manejo de los OPME's, abordando principalmente el control, los costos y la necesidad de profesionales especializados en el manejo de estos materiales, en especial el farmacéutico, con sus atribuciones, siendo el profesional capacitado para lograr estos objetivos en la salud. Consideraciones finales: Los estudios muestran beneficios de la actuación del farmacéutico en la administración de Órtesis, Prótesis y Materiales Especiales y su importancia en la promoción del uso de calidad de estos materiales.
Referencias
ANDRADE LD. O papel do farmacêutico no âmbito hospitalar, 2015. Instituto Nacional. Link: o-papel-do-farmacêutico-no-âmbito-hospitalar.pdf (ccecursos.com.br)
BARROS LT. Processos de Compras de Medicamentos: Análise em um Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia. Biblioteca Virtual em Saúde, 2019 https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1147987
BASTOS JLD, DUQUIA RP. Um dos delineamentos mais empregados em epidemiologia: estudo transversal. Scientia Medica, 2007; 17(4):229-232.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) / Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Relatório final do Grupo de Trabalho Externo de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (GTE OPME). 2016. Disponível em: http://u.saude.gov.br/images/pdf/2015/julho/07/Relatorio-Final-versao-final-6-7-2015.pdf. Acessado em: 5 de setembro de 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Gestão e Planejamento da Assistência Farmacêutica no SUS. 2020. Disponível em: https://assistencia-farmaceutica-ab.conasems.org.br/wp-content/uploads/2021/02/AF_na_gestao_municipal_nivel_superior_vol2.pdf. Acessado em: 18 de outubro de 2022.
CAMARGO TA. Custos de órteses, próteses e materiais especiais não contemplados no Sistema Único de Saúde (SUS) em hospital de ensino brasileiro. Dissertação (Mestrado em Gerenciamento de Serviços de Saúde e de Enfermagem) – Faculdade de Medicina. Universidade Estadual Paulista, Botucatu, 2017
CAMUS D, et al. New European medical device regulation: How the French ecosystem should seize the opportunity of the EUDAMED and the UDI system, while overcoming the constraints thereof, 2019
CLARKE L, et al. Health economic evaluation in orthotics and prosthetics: a systematic review protocol. Systematic reviews, 2019; 8(1), 1-8.
Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP). (2019). Departamento de Apoio Técnico e Educação Permanente. Comissão Assessora de Farmácia Hospitalar. Farmácia Hospitalar. / Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo. – São Paulo: Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo. 4ª edição. 52 p.; 20 cm. ISBN 978-85-9533-028-3
DOUROUMIS D. 3D printing of pharmaceutical and medical applications: a new era. Pharmaceutical Research, 2019; 36(3), 1-2.
ERCOLE FF, et al. Revisão integrativa versus revisão sistemática. REME - Rev Min Enferm., 2014; 18(1):1-260.
HEALY A, et al. A systematic review of randomised controlled trials assessing effectiveness of prosthetic and orthotic interventions. PLoS One, 2018; 13(3). e0192094
MARTINS AL. A Gestão de OPM'S e seus Desafios no Âmbito do SUS. Revista Multitexto, 2020; 8(1), 10-17.
MENDES KDS. Revisão integrativa: método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto Contexto Enferm, 2018; 17(4):758-64.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Componente Especializado da Assistência Farmacêutica: Inovação para garantia do acesso a medicamentos no SUS. 2014. Disponível em: capas (www.gov.br). Acessado em: 8 de setembro de 2022
MOHER D. Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses: The PRISMA Statement. PLoS Med, 2009; 6(7): e1000097.
MORAES CS. Análise do processo de órteses, próteses e materiais especiais a partir do método de análise dos modos de falhas e efeitos. Dissertação (Mestrado em Cuidado em Saúde e Enfermagem) – Faculdade de Enfermagem. Universidade Do Vale Do Rio Dos Sinos, Porto Alegre, 2014.
MORAES CS. Avaliação do processo de cuidado com órteses, próteses e materiais especiais. Revista Brasileira de Enfermagem, 2017; 71(3).
MOURA LS, DA SILVA RF. Análise da cobertura de estoque e intervenção na gestão da cadeia de suprimentos de produtos farmacêuticos: Um estudo de caso de um hospital universitário de alta complexidade. IX SEGET. 2012
MUNER MLO, et al. Auditoria e regulação em saúde no Espírito Santo: compromisso com a ética e a transparência na gestão. Volume I: Compartilhando responsabilidades com as funções da gestão do SUS. Vitória: Editora. 2019
National Collaborating Centre for Methods and Tools. (2015). PROGRESS framework: Applying an equity lens to interventions. Hamilton, ON: McMaster University. 234.pdf (nccmt.ca)
PINHEIRO LLS. Estudo de revisão sobre gerenciamento de órteses, próteses e materiais especiais para aplicação em uma instituição de saúde. 2020.
PINHEIRO LLS. (2020). HAIMA: Sistema de Informação de Apoio a Gestão de OPME para a Unidade de Hemodinâmica do Hospital Universitário Onofre Lopes. Dissertação (Mestrado em Gestão e Inovação em Saúde). – Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2020.
PINHEIRO SD. Inflação na saúde-OPME em tempos de Covid-19. Importância da auditoria, Amazonas-Brasil. Revista Saúde e Desenvolvimento, 2021; 15(23), 96-104.
Portaria Nº 4.283, de 30 de dezembro de 2010. (2010). Aprova as diretrizes e estratégias para organização, fortalecimento e aprimoramento das ações e serviços de farmácia no âmbito dos hospitais. Ministério da saúde. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2010/prt4283_30_12_2010.html
Resolução nº 338, de 06 de maio de 2004 (2004). Aprova a Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Presidência da República. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2004/res0338_06_05_2004.html
Resolução SAES nº 1.232, de 22 de outubro de 2019. (2019). Inclui medicamento e atualiza atributos de procedimento na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) do Sistema Único de Saúde (SUS). Ministério da Saúde. Disponível em: https://bvs.saude.gov.br/bvs/saudelegis/saes/2019/prt1232_23_10_2019.html
SADEGHI-DEMNEH E. The influence of standards and clinical guidelines on prosthetic and orthotic service quality: A scoping review. Disability and Rehabilitation, 2018; 40(20), 2458-2465.
SEILER T. Desafios do mercado brasileiro de dispositivos médicos e sua relação com o aumento de gastos de saúde no país. Journal of Management & Primary Health Care, 2020; 12, 1-22.
SHEA BJ. Development of AMSTAR: a measurement tool to assess the methodological quality of systematic reviews. BMC Med Res Methodol, 2007; 15: 7:10.
SILVA BKO. Contributo Econômico do Farmacêutico Clínico na Gestão e Auditoria em Serviços de Saúde: Relato de Experiência. Revista Científica Hospital Santa Izabel, 2017; 1(1), 45-53.
SIQUEIRA ASE. Análise do impacto econômico das doenças cardiovasculares nos últimos cinco anos no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2017; 109, 39-46.
TOMA TS. Avaliação de tecnologias de saúde & politicas informadas por evidencias. São Paulo: Instituto de Saúde, 2017; 456p
TRICCO AC, et al. PRISMA Extension for Scoping Reviews (PRISMAScR): Checklist and Explicação. Ann Intern Med, 2018; 169:467-473.
