Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Percepciones de mujeres puerperas sobre la atención durante el proceso parturitivo en un municipio de la región norte de Brasil
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Asistencia al parto
Percepción
Maternidad

Cómo citar

Percepciones de mujeres puerperas sobre la atención durante el proceso parturitivo en un municipio de la región norte de Brasil. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(6), e12558. https://doi.org/10.25248/reas.e12558.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Comprender la percepción de las puérperas sobre la atención brindada por los profesionales de la salud durante el proceso del parto. Métodos: Se trata de un estudio descriptivo transversal con abordaje cualitativo, con 10 puérperas con parto vaginal, con edades entre 19 y 37 años, seleccionadas a través del análisis de historias clínicas. Los datos fueron recolectados a través de una única entrevista individual semiestructurada, grabada por una aplicación de celular y utilizando el criterio de saturación de los datos obtenidos. El análisis se realizó a través del análisis de contenido, con los siguientes pasos: exploración previa del material, selección de unidades de análisis y categorización. Resultados: Se realizaron diez entrevistas, las participantes tenían al menos 24 horas de posparto, edad entre 19 y 37 años. Cuatro de ellas ingresaron antes de la fase activa del trabajo de parto, tres tenían entre cuatro y siete centímetros de dilatación del cuello uterino y tres entre ocho y diez centímetros. Solo uno de los partos fue realizado por un profesional médico y todos los demás por enfermeras. Conclusión: Se concluye que el momento de dar a luz tiene un gran impacto en la vida de la mujer, y los profesionales de la salud deben preservar y garantizar sus derechos y autonomía en este momento único, pues, dependiendo de la asistencia, pueden generar buenos recuerdos o dejar traumas a lo largo de una vida.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ANDRADE P, et al. Fatores associados à violência obstétrica na assistência ao parto vaginal em uma maternidade de alta complexidade em Recife, Pernambuco. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 2016; 16(1): 29-37.

BEZERRA EO, et al. Aspectos da violência obstétrica institucionalizada. Enfermagem em Foco, 2020; 1(6): 157-164.

BITENCOURT AC, et al. Significado de violência obstétrica para os profissionais que atuam na assistência ao parto. Enfermagem em Foco, 2021; 12(4): 787-793.

BOURGUIGNON AM e GRISOTTI M. A humanização do parto e nascimento no Brasil nas trajetórias de suas pesquisadoras. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 2020; 27(2): 485-502.

BRASIL. Lei 11.634. 2007. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/lei/l11634.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%2011.634%2C%20DE%2027,do%20Sistema%20%C3%9Anico%20de%20Sa%C3%BAde. Acessado em: 3 de fevereiro de 2023.

BRASIL. Lei nº 11.108. 2005. Disponível em: https://legis.senado.leg.br/norma/570557/publicacao/15722854. Acessado em: 6 de fevereiro de 2023.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. 2013. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_humanizacao_pnh_folheto.pdf. Acessado em: 6 de fevereiro de 2023.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_nacionais_assistencia_parto_normal.pdf. Acessado em: 6 de fevereiro de 2023.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde.2001. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd04_13.pdf. Acessado em: 6 de fevereiro de 2023.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. 2004. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_atencao_mulher.pdf. Acessado em: 6 de fevereiro de 2023.

BRASIL. Portaria n. 1.459. 2011. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1459_24_06_2011_comp.html. Acessado em: 6 de fevereiro de 2023.

BRASIL. Portaria nº 569.2000. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2000/prt0569_01_06_2000_rep.html. Acessado em: 6 de fevereiro de 2023.

CAMPOS CJG. Método de análise de conteúdo: ferramenta para a análise de dados qualitativos no campo da saúde. Revista brasileira de enfermagem, 2004; 57(5): 611-614.

CASTRO ATB e ROCHA SP. Violência obstétrica e os cuidados de enfermagem: reflexões a partir da literatura. Enfermagem em foco, 2020; 11(1): 176-181.

DA SILVA IA, et al. Percepção das puérperas acerca da assistência de enfermagem no parto humanizado. Revista Uningá, 2017; 53(2).

ESPERIDIÃO MA e TRAD LAB. Avaliação de satisfação de usuários: considerações teórico conceituais. Cadernos de Saúde Pública, 2006; 22: 1267-1276.

GOES CS, et al. Percepções de puérperas acerca da violência obstétrica em uma maternidade de Manaus. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, 2021; 10(15): e381101522670.

GOMES ML. Enfermagem obstétrica: diretrizes assistenciais. – Rio de Janeiro: 2010. Disponivel em: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/wp-content/uploads/2019/01/Enfermagem Obst%C3%A9trica-Diretrizes-Assistenciais.pdf. Acessado em: 4 de fevereiro de 2023.

GOMES SC, et al. Cuidados domiciliares de parteiras tradicionais na assistência ao parto. Revista Enfermagem UERJ, 2021; 29: 53642.

KAPPAU A e COSTA MMM. A institucionalização do parto e suas contribuições na violência obstétrica. Revista Paradigma, 2020; 29(1): 71-86.

PINHEIRO CB e BITTAR CML. Expectativas, percepções e experiências sobre o parto normal: relato de um grupo de mulheres. Fractal: Revista de Psicologia, 2013; 25: 585-602.

PRATA JA, et al. Tecnologias não invasivas de cuidado utilizadas por enfermeiras obstétricas: contribuições terapêuticas. Esc Anna Nery, 2022; 26.

RODRIGUES DP, et al. O descumprimento da lei do acompanhante como agravo à saúde obstétrica. Texto & Contexto-Enfermagem, 2017; 26.

SANTANA DP, et al. O papel do enfermeiro no parto humanizado: A visão das parturientes. Nurding (Ed. brasileira. Online), 2023; 26(296).

SANTOS FS, et al. Percepções de puérperas sobre a assistência ao parto normal humanizado. Revista Científica de Enfermagem, 2020; 10(32): 217-228.

SILVA RCF, et al. Satisfação no parto normal: encontro consigo. Revista Gaúcha de Enfermagem, 2018; 39.

SOUZA LBC, et al. Percepção das puérperas sobre a assistência humanizada de enfermagem no ciclo gravídico-puerperal: revisão de literatura. Rev Enferm Atual In Derme, 2021; 95(36).

TELES LMR, et al. Parto com acompanhante e sem acompanhante: a opinião das puérperas. Cogitare Enfermagem, 2010; 15(4): 688-694.

VALADÃO CL e PEGORARO RF. Vivências de mulheres sobre o parto. Fractal: Revista de Psicologia, 2020; 32: 91-98.

VARGAS PB e VIEIRA BDG et al. A assistência humanizada no trabalho de parto: percepção das adolescentes. Rev. Pesqui. (Univ. Fed. Estado Rio J., Online), 2014; 6(3): 1021-1035.