Resumen
Objetivo: Comprender las percepciones del equipo de salud sobre el uso de los teléfonos inteligentes en el ambiente de cuidados intensivos de adultos. Métodos: Se trata de un estudio cualitativo, exploratorio, descriptivo, realizado con 41 profesionales de salud de una unidad de cuidados intensivos (UCI). Los datos fueron recolectados a través de entrevistas semiestructuradas y analizados utilizando la propuesta operativa de Minayo. Resultados: Aun conociendo la orientación de no utilizar teléfonos inteligentes, algunos profesionales de la salud de la UCI utilizaron estos dispositivos como una herramienta auxiliar en el tratamiento de los pacientes, para la comunicación con sus familias, con el medio externo y con profesionales de otros sectores y/o instituciones. También se evidenció el uso de celulares por parte de ciertos profesionales durante la atención de los pacientes, incluso en momentos que requerían gran atención. Aunque todos los participantes desinfectaron los dispositivos, no se siguieron protocolos ni se utilizaron productos estandarizados para este procedimiento. Conclusión: El uso de teléfonos inteligentes en el entorno de cuidados intensivos y la desinfección de estos dispositivos sin seguir protocolos o utilizando productos estandarizados son contrarios a las medidas de prevención de infecciones y pueden comprometer la seguridad de los pacientes hospitalizados.
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