Resumen
Objetivo: Delinear el perfil sociodemográfico y epidemiológico de la mortalidad por aborto en el Estado de Bahía en el período de 2011 a 2017. Métodos: Se trata de un estudio con abordaje cuantitativo analítico y retrospectivo, a través del análisis de los datos disponibles en el tabulador de internet (TABNET) en la página DATASUS, sobre el cuantitativo y descripción de las muertes maternas por aborto en el estado de Bahía. El análisis estadístico fue descriptivo con base en frecuencias, porcentajes y se calculó la Razón de Mortalidad Materna por Aborto (RMMAb) utilizando el programa Microsoft Office Excel® 2007. Resultados: El número de muertes de mujeres por aborto en el estado de Bahía, 2011-2017, registrado en el SIM fue de 45, así: aborto no especificado (20), aborto diferido (10), aborto espontáneo (9), otros tipos de aborto (3), intento fallido de aborto (2) y aborto por razones legales y/o médicas (1). El mayor número de muertes ocurrió en las regiones de salud del Este (35,56%). Conclusión: La realización del estudio permitió identificar que el perfil sociodemográfico y epidemiológico de la mortalidad por aborto en el Estado de Bahía en el período estudiado se caracteriza por mujeres negras, jóvenes y con poca escolaridad.
Referencias
BARRETO BL. Perfil epidemiológico da mortalidade materna no Brasil no período de 2015 a 2019. Revista Enfermagem Contemporânea, 2021; 10(1): 127-133.
BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Informações de morbidade (s.d). Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/mat10ba.def. Acessado em: 20 de junho de 2021.
CARDOSO BB, et al. Aborto no Brasil: o que dizem os dados oficiais? Cad. Saú Pública, 2020; 36(supl 1).
CATOIA CDC, et al. Caso “Alyne Pimentel”: violência de gênero e interseccionalidades. Rev Estudos Fem, 2020; 28.
COBO B, et al. Gender and racial inequalities in the access to and the use of Brazilian health services. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26: 4021-4032.
DA SILVA ÁR, et al. Diferentes visões sobre o abortamento provocado: uma revisão integrativa Different views on induced abortion: an integrative review. Brazilian Journal of Development. 2021; 7(6): 59046-59067.
FREITAS-JÚNIOR RAO. Mortalidade materna evitável enquanto injustiça social. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 2020; 20: 607-614.
GOES EF, et al. Vulnerabilidade racial e barreiras individuais de mulheres em busca do primeiro atendimento pós-aborto. Cadernos de Saúde Pública, 2020; 36(1).
GOIS EC, et al. Mortalidade materna na Bahia no período de 2012 a 2016. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2019; (18): e335-e335.
MIRANDA WD, et al. Desigualdades de saúde no Brasil: proposta de priorização para alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Cadernos De Saúde Pública, 2023; 39(4): e00119022.
SOUTO K e MOREIRA MR. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: protagonismo do movimento de mulheres. Saúde em Debate, 2021; 45: 832-846.
LINS-KUSTERER L, et al. Aborto: atenção humanizada e aspectos leis. Rev. Bras. Pesq. Saúde, 2019; 21(2): 40-50.
MENEZES G, et al. Aborto e saúde no Brasil: desafios para a pesquisa sobre o tema em um contexto de ilegalidade. Cadernos de Saúde Pública, 2020; 36.
MILANEZ N, et al. A decisão do aborto: itinerários, práticas e confidências. B J Hea Research, 2019; 21(2): 105-114.
MORAIS VMO, et al. Perfil epidemiológico, clínico e razão de mortalidade materna no Nordeste brasileiro entre 2010 e 2019: um estudo ecológico. Research, Society and Development, 2022; 11(9): 1-12.
NEIVA ABC, et al. Mortalidade materna na Bahia: uma análise sociodemográfica. Revista Baiana de Saúde Pública, 2021; 45(4): 53-63.
NONATO AL, et al. Repercussões do aborto induzido e espontâneo na saúde física e mental da mulher. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2022; 15(10): e11128.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. CID 10: Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde. 8ª ed. São Paulo: Edusp; 2000.
REIGADA CLL e SMIRDELE CASL. Atenção à saúde da mulher durante a pandemia COVID-19: orientações para o trabalho na APS. Rev Bras Med Fam Comunidade, 2021; 16(43): 2535-2535.
SANTOS NL e GARCIA E. O planejamento familiar e a mortalidade materna por aborto. Revista Baiana de Saúde Pública, 2019; 43: 241-256.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Health statistics and health information systems. Maternal mortality ratio (per 100 000 live births). Disponível em: https://www.who.int/data/gho/indicator-metadata-registry/imr-details/26. Acessado em: 13 de fevereiro de 2021.
