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Calidad de vida de enfermeros en unidades de cuidados intensivos
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Palabras clave

Salud del trabajador
Trabajo de enfermería
Enfermero
Calidad de vida
Unidades de cuidados intensivos

Cómo citar

Calidad de vida de enfermeros en unidades de cuidados intensivos. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(9), e14137. https://doi.org/10.25248/reas.e14137.2023

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Resumen

Objetivo: Analizar la calidad de vida de los enfermeros en unidades de cuidados intensivos. Métodos: Estudio transversal, realizado con 31 enfermeros de cuatro unidades de cuidados intensivos, de un hospital público del interior de Bahía, entre marzo y mayo de 2021. Se utilizó un formulario autoadministrado dividido en tres bloques: datos sociodemográficos, datos relacionados con la salud y el trabajo y el WHOQOL-Bref. El análisis se realizó mediante el programa Statistical Package for the Social Sciences - SPSS, utilizando estadística descriptiva y calculando los promedios de los dominios del instrumento calidad de vida. Resultados: La mayoría de los participantes eran del sexo femenino 25 (80,65%), edad entre 21 y 30 años 15 (48,39%), pardos 20 (64,52%), solteros 16 (51,61%), sin hijos 19 (61,29%), ingresos entre 1 y 3 salarios mínimos 23 (74,19%). En cuanto a las condiciones de salud, 13 (41,94%) relataron tener alguna comorbilidad, y en cuanto a los dominios de calidad de vida, se obtuvieron los siguientes puntajes: físico (73,50), relaciones sociales (73,20), psicológico (72,18) y ambiente (61,69). Conclusión: Los resultados apuntaron para una mayor presencia del sexo femenino en la categoría profesional y su compromiso, principalmente en lo que se refiere al dominio psicológico y al medio ambiente.

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