Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Cuidado familiar para niños con enfermedades crónicas raras
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Cuidadores
Enfermedades raras
Familia
Política Pública

Cómo citar

Cuidado familiar para niños con enfermedades crónicas raras. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(9), e16900. https://doi.org/10.25248/reas.e16900.2024

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Describir y analizar, en la literatura científica nacional e internacional, las características del cuidado familiar del niño con enfermedad crónica rara, disponibles en las bases de datos del área de la salud. Métodos: Revisión integrativa de la literatura realizada en las bases de datos Web of Science, Medical Literature Analysis and Retrievel System Online, Cumulative Index to Nursing and Allied, Latin American and Caribbean Literature in Health Sciences, Scientific Electronic Library Online, Database in Nursing and Bibliographical Index Español en Ciencias de la Salud. Se constituyó una muestra de 57 estudios sobre el tema. Resultados: Hubo un alto índice de publicaciones en 2019, predominio de la producción internacional y un método cualitativo. La producción fue categorizada en cuatro ejes temáticos: Desafíos en el proceso de vivir y cuidar; Cambios, impactos y necesidades de apoyo/cuidado; Herramientas para ayudar a las familias y/o profesionales sin cuidados y Recibir el Diagnóstico. Consideraciones finales: Aunque la importancia del cuidado familiar de niños con enfermedades crónicas raras es evidente, la producción indica un desajuste entre la demanda de las familias y el apoyo recibido, resultando en sobrecarga. Se recomiendan reflexiones para que prácticas de cuidados en que la interfaz política/cuidado familiar/enfermedades raras estén interconectadas, disminuyendo, la sobrecarga enfrentada por las familias en el cuidado solitario.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

LEITE ACAB, et al. Waves of family hope: narratives of families in the context of pediatric chronic illness. Rev. Latino-Am. De Enfermagem. 2021; 29, e3504.

RUIZ BO, et al. Family resilience: perception of family members of psychoactive substance dependents. Rev. Latino-Am. de Enfermagem. 2021; 29, e3449.

ANDROLAGE JS, BARSAGLINI RA. Afetos e potência no cuidado familiar à criança com adoecimento crônico raro. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023.

LUZ GS, et al. Doenças raras: itinerário diagnóstico e terapêutico das famílias de pessoas afetadas. Acta Paul. de Enferm. 2015; 28(5):395-400.

BARSAGLINI RA. Experiência: fundamentos conceituais e a abordagem socioantropológica em saúde e cronicidade. In: Barsaglini RA, Portugal S, Melo L, organizadores. Experiência, Saúde, Cronicidade: um olhar socioantropológico. Rio de Janeiro (RJ): Fiocruz; 2021; 39-62.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.130 de 05 de agosto de 2015 (BR). Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União. Brasília (DF). 05 ago 2015.

BONELLI MA, et al. Seeking tirelessly for better health and life conditions for the child with myelomeningocele. Rev. Latino-Am de Enfermagem. 2021; 29, e3428.

PASQUINI TLS, et al. Navigating the U.S. health insurance landscape for children with rare diseases: a qualitative study of parents' experiences. Orphanet J Rare Dis. 2021; 16(1):313.

INTERFARMA. Associação da indústria farmacêutica de pesquisa. Brasil: Doenças Raras: A urgência do acesso à saúde; 2018.

BRASIL. Ministério da Saúde (BR). Doenças raras. Brasil; 2022.

MOREIRA MCN, et al. When rarity is an asset: political activism for the rights of persons with rare diseases in the Brazilian Unified National Health System. Cadernos de Saúde Pública, 2018; 34.

WHITTEMORE R, KNAFL K. The integrative review: updated methodology. Journal of advanced nursing, 2005; 52(5):546-553.

PAGE MJ, et al. The PRISMA 2020 statement: an updated guideline for reporting systematic reviews. International journal of surgery, 88:105906.

Rare Diseases Europe. Eurordis Activity Report 2019 e Workplan 2020.

LANA RM, et al. The novel coronavirus (SARS-CoV-2) emergency and the role of timely and effective national health surveillance. Cadernos de saude publica, 2020; 36:e00019620.

European Conference on Rare Diseases e Orphan Products (França). 2022.

SOUZA IP, et al. A qualitative approach to rare genetic diseases: an integrative review of the national and international literature. Ciênc. Saúde Colet. 2019; 24(10):3683-3701.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 81 de 20 de janeiro de 2009 (BR). Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral em Genética Clínica. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 20 jan 2009.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 199, de 30 de janeiro de 2014. Institui a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 12 fev. 2014.

MINAYO MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12ª ed. São Paulo: Hucitec; 2014.

CRUZ GVSF, BARSAGLINI RA. O corpo desviante: experiência de nascimento de crianças com microcefalia por Zika Vírus. ACENO-Revista de Antropologia do Centro-Oeste, 2021; 8(16):277-292.

EGY EY. The place of qualitative in nursing research. Acta Paul. Enferm, 2020; 23.

NORMAN AH. Pesquisa qualitativa em medicina de família e comunidade: a importância do olhar generalista. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, 2021; 16(43):2659-2659.

AZAR EE, et al. Parental Skills and Academic Competences in School Children: The Mediator Role of Executive Functions. Revista Colombiana de Psicología, 2023; 32(1):1-10.

MANGUEIRA JO, et al. Graduation in Public Health in Brazil: Training, professional identity and insertion in the labor market. Research, Society and Development, 2021; 10(5):e21810514746.

NEGRINI S, et al. Global statements to produce and implement evidence in the post-COVID-19 era provide a path forward for rehabilitation-A joint initiative of Cochrane Rehabilitation and the leading journals in the field. Journal of Occupational Rehabilitation, 2022; 32(3):330-336.

JUTEL A. Reflexões sobre o diagnóstico e a experiência da enfermidade. In: Barsaglini RA, Portugal S, Melo L, organizadores. Experiência, saúde, cronicidade: um olhar socioantropológico. Rio de Janeiro (RJ): Editora Fiocruz, 2021; 85-99.

CURRIE G, SZABO J. “It is like a jungle gym, and everything is under construction”: The parent's perspective of caring for a child with a rare disease. Child: care, health and development, 2019; 45(1): 96-103.

CASTRO AR, et al. Exploring the views of osteogenesis imperfecta caregivers on internet-based technologies: qualitative descriptive study. Journal of medical Internet research, 2019; 21(12):e15924.

PELENTSOV LJ, et al. Development of the parental needs scale for rare diseases: a tool for measuring the supportive care needs of parents caring for a child with a rare disease. Journal of multidisciplinary healthcare, 2016; 425-433.

ČAGALJ D, et al. Being a mother of a child with prader-willi syndrome: experiences of accessing and using formal support in croatia. Scandinavian Journal of Disability Research, 2018; 20(1).

MONSORES, N. O observatório de doenças raras e a possibilidade de protagonismo das associações. In: MOREIRA, M. C. N.; NASCIMENTO, M. A. F.; CAMPOS, D. S.; ALBERNAZ, L.V. (organizadores). Crianças e adolescentes com doenças raras: narrativas e trajetórias de cuidado. São Paulo (SP): Hucitec, 2019; 239-53.

CACIOPPO CN, et al. Attitudes about the use of internet support groups and the impact among parents of children with Cornelia de Lange syndrome. In: American Journal of Medical Genetics Part C: Seminars in Medical Genetics. 2016; 229-236.

BARBOSA R, PORTUGAL S. Um olhar social para o paciente: Actas do I Congresso Iberoamericano de Doenças Raras. Cescontexto-debates, 2015; 09.

GÜEITA-RODRIGUEZ J, et al. Challenges affecting access to health and social care resources and time management among parents of children with Rett syndrome: a qualitative case study. International Journal of Environmental Research and Public Health, 2020; 17(12):4466.

SOARES J, et al. Care in the rare illness situation: family experience and problem-solving capacity of health services. Saúde e Sociedade, 2016; 25:1017-1030.

MORI Y, et al. Impacts of caring for a child with the CDKL5 disorder on parental wellbeing and family quality of life. Orphanet journal of rare diseases, 2017; 12(1):1-15.

GAINTZA Z, et al. Educational inclusion of students with rare diseases: Schooling students with spina bifida. British Journal of Learning Disabilities, 2018; 46(4):250-257.

KRABBENBORG L, et al. Understanding the Psychosocial Effects of WES Test Results on Parents of Children with Rare Diseases. J Genet Couns. 2016; 25(6):1207-1214.

INGLESE CN, et al. A New developmental syndromes: Understanding the family experience. J. Genet. Couns, 2019; 28 (2):202-212.