Resumen
Objetivo: Comprender la evidencia científica sobre las representaciones sociales de la epilepsia. Métodos: Estudio de revisión integradora, la pregunta rectora de la investigación: ¿Cuál es el perfil de las investigaciones realizadas sobre la epilepsia, el estigma de la enfermedad y sus representaciones sociales? Investigación realizada en octubre de 2023, mediante la búsqueda de: artículos disponibles en línea en las bases de datos Embase, Biblioteca Nacional de Medicina – PubMed, Web of Science – WOS, ProQuest, SciVerse Scopus – SCOPUS. Se utilizaron los Descriptores en Ciencias de la Salud (DeCS): “Epilepsia”; “Stigna”; “Representaciones Sociales”. El operador booleano “Y” para cruzar palabras clave. Resultados: 07 artículos hicieron referencia a la epilepsia, 06 artículos relataron el estigma de la enfermedad y 01 artículo se relacionó con representaciones sociales. Las representaciones estigmatizantes de la epilepsia transforman la autoimagen al inducir experiencias negativas en el comportamiento de los pacientes, los familiares y la sociedad. El conocimiento sobre la epilepsia puede ayudar a reducir la estigmatización de la enfermedad. Consideraciones finales: Frente al problema del estigma de la enfermedad y sus repercusiones en la vida de las personas con epilepsia, sus familiares y la sociedad, es importante que el Estado y los servicios de salud promuevan la acogida, la atención y las políticas públicas para reducir el estigma de las personas con epilepsia.
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