Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Dinámica epidemiológica del examen citopatológico cervical enmujeres paraenses
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Epidemiología
Neoplasias del Cuello Uterino
Prueba de Papanicolaou

Cómo citar

Dinámica epidemiológica del examen citopatológico cervical enmujeres paraenses. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(11), e17419. https://doi.org/10.25248/reas.e17419.2024

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Detallar el perfil epidemiológico de las mujeres que se sometieron a citopatología cervical en el estado de Pará entre 2014 y 2023. Métodos: Se trata de un estudio epidemiológico cuantitativo, retrospectivo y longitudinal, con datos recolectados del Departamento de Informática del Sistema Único de Salud (DATASUS) a través del Sistema de Información de Cáncer (SISCAN), entre los años 2014 a 2023. Resultados: Durante este período, se registraron 1.434.612 exámenes de citopatología cervical realizados en el estado de Pará. El mayor número de exámenes y la mayor tasa de incidencia se registraron en 2023, con 241.506 exámenes totales (105 por cada 1.000 mujeres residentes en el estado). Hubo predominio del grupo etario de 35 a 39 años (16,33%) y de la etnia amarilla (55,61%), por autodeclaración. 99,38% de los formularios no registraron escolaridad. El principal motivo para la realización del examen preventivo fue el cribado (96,66%). Conclusión: Este estudio permitió conocer el perfil epidemiológico de las mujeres que se sometieron al examen citopatológico cervical en el estado de Pará, evaluando los factores que influyen en la realización o no del examen, ayudando a desarrollar medidas estratégicas para la prevención del cáncer de cuello uterino y orientando futuras investigaciones sobre el tema.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BATISTA AFC e CALDAS CP. Fatores que interferem na adesão da mulher idosa a programas de prevenção do câncer ginecológico. Revista Enfermagem UERJ, 2017; 25: 21839.

BRASIL. Boletim Epidemiológico: Monitoramento dos casos de arboviroses até a semana epidemiológica 9 de 2022 da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. 2022 Disponívelem: https ://www.gov.br/saude/ptbr/centraisdeconteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2022/boletim-epidemiologico-vol-53-no-09.pdf/@@download/file. Acessado em: 15 de março de 2024.

BRASIL. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). 2016. Disponível em: https ://www.inca.gov.br/publicacoes/livros/diretrizes-brasileiras-para-o-rastreamento-do-cancer-do-colo-do-utero. Acessado em: 12 de maio de 2024.

BRASIL. Incidência no Brasil, excluídos os tumores de tumores de pele não melanoma, o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais incidente entre mulheres do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). 2022. Disponível em: https ://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-do-colo-do-utero/dados-e-numeros/incidencia/incidencia. Acessado em 10 de março de 2024.

BRASIL. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil 2011-2022 do Ministério da Saúde. 2011. Disponível em: https ://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/doencas-cronicas-nao-transmissiveis-dcnt/09-plano-de-dant-2022_2030.pdf. Acessado em: 12 de março de 2024.

BRASIL. Portaria nº 874 de 16 de maio de 2013 do Ministério da Saúde. 2013. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0874_16_05_2013.html. Acessado em: 11 de março de 2024.

DA SILVA ACC, et al. Análise do perfil epidemiológico das pacientes e dos achados citopatológicos do colo útero realizado no CSC Morada do Sol, Taquaralto, Palmas - TO. Revista Humanidades e Inovação, 2022; 9(1): 2358-8322.

DE ALBUQUERQUE MV e RIBEIRO LHL. Desigualdade, situação geográfica e sentidos da ação na pandemia da COVID-19 no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 2020; 36(12).

DE LIMA KF, et al. A importância dos fatores associados a não adesão ao exame preventivo do câncer de colo uterino por mulheres brasileiras – revisão sistemática. Revista Brasileira de Análises Clínicas, 2022; 54(1): 55-61.

DE MARTEL C, et al. Worldwide burden of cancer attributable to HPV by site, country and HPV type. Int. J. Cancer, 2017; 141(1): 664-670.

DIAS, F. et al. Impacto da pandemia do covid-19 no rastreamento e realização do papanicolau no brasil. Revista Multidisciplinar da Saúde (RMS), 2023; 5(1): 2176-4069.

FERREIRA NJ, et al. Perfil das mulheres que realizaram exame de Papanicolau em uma unidade de saúde no interior do Paraná. Revista UNINGÁ, 2020; 57(4): 67–75.

GALVÃO MPSP, et al. Conhecimentos, atitudes e práticas de adolescentes sobre o papilomavírus humano. Revista de Saúde Pública, 2022; 56(1): 12.

HAMMES LS. Correlação entre achados colposcópicos e diagnóstico histológico segundo a classificação colposcópica da federação internacional de patologia cervical e colposcopia de 2002, RS. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Faculdade de Medicina. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2004; 136.

LEITE BO, et al. A Percepção das Mulheres Idosas Sobre o Exame de Prevenção de Câncer do Colo de Útero. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 2019; 11(5): 1347–1352.

LIMA DEOB, et al. Conhecimento de Mulheres acerca do Exame Papanicolaou. Revista de Cancerologia Brasileira, 2024; 70(1): 054393.

NETO CFMA, et al. Análise do perfil epidemiológico dos exames citopatológicos do colo do útero em Altamira no período de 2014 a 2020: dados a partir do SISCAN. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, 2023; 27(2): 813-828.

OMS. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Global strategy to accelerate the elimination of cervical cancer as a public health problema. 2020. Disponível em: https ://www.who.int/publications/i/item/9789240014107. Acessado em: 11 de março de 2024.

PARDINHO RCO, et al. As consequências da baixa adesão de preventivos em uma Unidade de Saúde Básica no Oeste do Paraná devido a pandemia - relato de experiência do estágio supervisionado de enfermagem, Anais do 20º Encontro Científico Cultural Interinstitucional – 2022. Paraná, 2022; 1-6. Disponível em: https ://www4.fag.edu.br/anais-2022/Anais-2022-49.pdf. Acesso em: 11 de março de 2024.

RAMÍREZ FB, et al. Repercusiones de la pandemia de la COVID-19 en la salud mental de la población general. Reflexiones y propuestas. Atencion Primaria, 2021; 53(7): 3.

SANTOS A, et al. População negra e Covid-19: reflexões sobre racismo e saúde. Estudos Avançados, 2020; 34(99): 225-244.

SILVA GA, et al. Exame de Papanicolaou no Brasil: análise da Pesquisa Nacional de Saúde em 2013 e 2019. Revista de Saúde Pública, 2023; 57(1): 55.

TAVARES A, et al. Epidemiologia do câncer de colo de útero no período pré e pós pandemia da COVID- 19, no Estado do Pará. Research, Society and Development, 2024; 13(2): 12.

TEIXEIRA MMS, et al. Desafios e aceitação do exame Papa Nicolau da mulher reclusa. Revista Conhecimento em Ação, 2021; 6(1): 87-100.

YANO KM, et al. Limitações no uso do DATASUS como fonte de dados de pesquisas científicas. Revista Multidisciplinar em Saúde, 2021; 2(4): 27–27.