Resumen
Objetivo: Analizar el perfil de vacunación infantil en Brasil, con énfasis en Paraíba y las ciudades de Campina Grande y João Pessoa. Métodos: La investigación, de carácter ecológico, documental y descriptivo, utilizó datos de DATASUS recolectados entre mayo y diciembre de 2024, con enfoque cuantitativo y análisis estadístico. Resultados: En Brasil, la vacuna MMR D1 tuvo la mayor cobertura, mientras que la vacuna contra la varicela tuvo la menor aceptación. En Paraíba, la Triple Viral D1 también lideró, mientras que la vacuna contra la Fiebre Amarilla tuvo menor cobertura. En Campina Grande y João Pessoa, las tasas de vacunación fueron menores entre 2020 y 2022, período marcado por la pandemia de Covid-19. Si bien algunas vacunas lograron una buena cobertura, pocas alcanzaron las metas del PNI. Conclusión: Los resultados resaltan la necesidad de estrategias como campañas educativas y capacitación de profesionales de la salud para ampliar la cobertura de vacunación y abordar las dudas sobre las vacunas. El programa "VacinaMais Paraíba" demostró que acciones estructuradas y colaborativas, involucrando a los gobiernos y a la población, son esenciales para aumentar las tasas de inmunización y proteger la salud infantil.
Referencias
ALMEIDA CDCS, et al. O papel do enfermeiro na ampliação da adesão à vacinação infantil: uma revisão de literatura. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 2024; 7(14): 141162.
BELÉM CS, et al. Estratégias para o controle de desempenho da cobertura vacinal infantil. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024; 24(10): 17282.
BONANI LO e SOUZA GS. A importância da vacinação infantil para a erradicação do Sarampo. Brazilian Journal of Health Review, 2021; 4(3): 9731-9735.
BRASIL. Ministério da Saúde. DATASUS. Tabnet. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Doenças Transmissíveis NOTA INFORMATIVA CONJUNTA Nº 2/2024 - DEDT/DPNI/DEMSP. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2024.
CECHINEL A, et al. Estudo/análise documental: uma revisão teórica e metodológica. Criar Educação, 2016; 5(1).
FAUSTO MCR, et al. Primary Health Care in remote rural municipalities: context, organization, and access to integral care in the Brazilian National Health System. SaudeSoc, 2023; 32(1): 220382.
FERNANDES M. VACINA MAIS PARAÍBA: Estratégias de educação permanente nas ações de imunização no Estado. Secretaria de estado da saúde gerência executiva de vigilância em saúde gerência operacional de vigilância epidemiológica núcleo estadual imunizações, 2023.
FRANÇA ISXD, et al. Cobertura vacinal e mortalidade infantil em Campina Grande, PB, Brasil. Revista brasileira de enfermagem, 2009; 62: 258-271.
LIMA AC, et al. DATASUS: o uso dos Sistemas de Informação na Saúde Pública. REFAS: Revista FATEC Zona Sul, 2015; 1(3): 4.
LIMA DVM. Desenhos de pesquisa: uma contribuição para autores. Online Brazilian Journal of Nursing, 2011; 10(2).
MILANI LRN e BUSATO IMS. Causas e consequências da redução da cobertura vacinal no Brasil. Revista de saúde pública do Paraná, 2021; 4(2): 157-171.
MOREIRA T, et al. Desafios Da Cobertura Vacinal No Brasil: Fake News e desigualdades Challenges Of Vaccination Coverage In Brazil: Fake News AndInequalities. LEIASS – Linha Editorial Internacional de Apoio aos Sistemas de Saúde, 2024.
NETO JORS. Attitudes, hesitancy, concerns, and inconsistencies regarding vaccines reported by parents of preschool children. Revista Paulista De Pediatria, 2023; 41.
NÓVOA TDA, et al. Cobertura vacinal do programa nacional de imunizações (PNI). BrazilianJournalof Health Review, 2020; 3(4): 7863-7873.
SATO APS. Pandemia e coberturas vacinais. Revista de Saúde Pública, 2020; 54: 115.
SILVA FS et al. Programa bolsa família e vacinação infantil incompleta em duas coortes brasileiras. Revista de Saúde Pública, 2020; 54.
SILVA JB. 40 anos do Programa Nacional de Imunizações: uma conquista da Saúde Pública brasileira. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2013; 22(1): 7-8.
