Resumen
Objetivo: Comprender el contexto familiar y su impacto en la salud mental de adolescentes matriculados en educación básica durante la pandemia de COVID-19. Métodos: Investigación cualitativa, basada en la fenomenología de Maurice Merleau-Ponty, realizada con 11 adolescentes de una ciudad del interior de Bahía, mediante entrevistas fenomenológicas, que fueron transcritas textualmente y analizadas mediante la Técnica de Análisis de Ambigüedad. Resultados: Surgieron experiencias ambiguas en los adolescentes, revelando simultáneamente un deseo de salir y regresar a la escuela, y una aceptación del aislamiento y la soledad. Las narrativas destacaron los desafíos de lidiar con los cambios en la rutina, el aislamiento social y la reorganización de la vida cotidiana, así como el papel central de la vida familiar en la promoción o el deterioro de la salud mental. Conclusión: A través de gestos, silencios y pequeñas acciones cotidianas, los adolescentes demostraron estrategias de afrontamiento, redefiniendo el tiempo y el cuidado de sí mismos y de los demás, destacando la importancia de la escucha sensible y humana. El estudio destaca la necesidad de intervenciones integradas que valoren la singularidad de las experiencias de los adolescentes en el contexto familiar.
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