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Conducta anticonceptiva en estudiantes de educación superior
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Palabras clave

Comportamiento anticonceptivo
Adulto joven
Efectos secundarios
Reacciones adversas relacionadas con medicamentos

Cómo citar

Conducta anticonceptiva en estudiantes de educación superior. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(8), e23838. https://doi.org/10.25248/reas.e23838.2026

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Resumen

Objetivo: Evaluar la frecuencia de uso de anticonceptivos entre estudiantes de educación superior, así como los efectos secundarios reportados y la adaptación al método utilizado. Métodos: Se trata de un estudio transversal realizado con 749 participantes, mediante un cuestionario estructurado aplicado a través de Google Forms. Resultados: Se observó que el 74,5% de las participantes utilizaban algún método anticonceptivo, siendo el anticonceptivo hormonal oral el más frecuente (49,8%), seguido del dispositivo intrauterino hormonal (12,1%), dispositivo intrauterino de cobre (7,6%) e implante subdérmico (5,3%). El uso del preservativo masculino como método anticonceptivo principal fue poco frecuente. En relación con los efectos secundarios, el 42,3% de las participantes no reportaron síntomas. Entre aquellas que presentaron efectos adversos, los más frecuentes fueron irregularidad menstrual, cefalea, aumento de peso y dolor mamario. La adaptación al método anticonceptivo fue elevada (88,7% entre quienes respondieron); sin embargo, el 53,4% de las participantes manifestaron interés en cambiar a métodos anticonceptivos reversibles de larga duración. Conclusión: Se concluye que, a pesar de la elevada prevalencia de uso anticonceptivo, predominan los métodos dependientes de la usuaria y el uso de preservativo es bajo. El creciente interés por los métodos de larga duración sugiere un posible cambio en el patrón anticonceptivo entre mujeres jóvenes.

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